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quarta-feira, 4 de março de 2015

Esquerda e direita ou em cima e embaixo?

A clássica divisão entre esquerda e direita imperou unânime e inconteste na análise político-cultural até pelo menos a década de 30, e se prolongou um pouco aos trancos e barrancos até a queda do muro de Berlim. Hoje, porém, faz água por todos os lados. É absolutamente impraticável usar este velho esquema para analisar situações como as da Ucrânia, da chamada primavera Árabe ou até mesmo, no plano interno brasileiro, entre a grande mídia e o governo do PT.

Por quê?

A divisão esquerda-direita supunha uma situação político-cultural de certo equilíbrio: esquerda e direita estavam no mesmo plano, não havia um desequilíbrio de forças decisivo entre elas. Cada uma tinha seus trunfos e suas fraquezas. Não é mais o caso hoje. Hoje, pelo menos no Ocidente, não temos uma divisão de potências e poderes, mas um único poder soberano que procura caçar os poucos focos de resistência que ainda lhe escapam, sejam eles, segundo a velha divisão, de esquerda ou de direita.

Se se insistir em usar hoje uma metáfora espacial para descrever as lutas políticas do momento, seria muito mais útil e esclarecedor usar o par alto-baixo do que esquerda-direita. Há hoje as forças que estão (muito) por cima e as que estão (muito) por baixo.

O que implica estratégias completamente diferentes. Hoje, o que importa é salvar o essencial, sobreviver, muito mais do que buscar o conflito aberto.

terça-feira, 3 de março de 2015

Diálogo e magistério


Como não nos cansamos de repetir, uma Igreja sem Tradição é contradição e está fadada ao nada, como vemos hoje diante de nossos pasmos olhos.
O que não significa que não haja setores da Tradição que não cometam certos exageros no ataque à Igreja conciliar como um todo.
E o caso da crítica ao "diálogo", estandarte conciliar. Dizem que a Fé deve ser ensinada, e não submetida ao diálogo. O que supõe que o diálogo não esteja voltado para o ensino, como sabemos, pelo menos desde Sócrates, não ser o caso. E desde Sócrates também sabemos que quase sempre os diálogos têm um vencedor, e não apontam para a igualdade de todas as teses. Muito pelo contrário.
Na verdade, o verdadeiro oposto do diálogo não é o magistério, mas a Grande Avacalhação bergogliana, que justamente não admite o confronto das teses e supõe a priori que sejam todas iguais.
O que propõe a Grande Avacalhação não é o autêntico diálogo, mas a convivência dos surdos-mudos sob a batuta dos donos dos microfones.

segunda-feira, 2 de março de 2015

domingo, 1 de março de 2015

Ave Crux, spes unica (eruditorum)


O que raríssimos ateus percebem é que a Cruz é, ao mesmo tempo, a melhor resposta à pergunta ontológica (por que o ser e não, antes, o nada?)  e a melhor explicação sobre a existência do mal.

Cruz? Que Cruz?


Como diria Claudel, nada indica que um Deus morreu na Cruz por nossos pecados.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bill Gates não existe


Computador Windows adolescente, muito esperto, caçoa dos coleguinhas que ainda acreditam que Bill Gates exista.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Bispos ucranianos em visita ad limina ao Santo Padre, o Papa Bento XVI


Quatro dias atrás, 21 de fevereiro de 2015.
Enquanto isso, na praça São Pedro, Jorjão posava para fotos com a camisa do União Capivariense.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Universidade e Tradição

Heidelberg

Para entender  monstruosidades como a teologia de Walter Kasper, típico professor universitário, é preciso compreender a profunda contradição existente entre a doutrina católica e o academicismo contemporâneo. Se a carreira universitária vive de gerar novidades, para a Igreja a novidade doutrinal sempre foi um perigoso vício. O que é essencial para uma, é defeito para outra.

O academicismo é filho da Revolução, a doutrina católica é custódia da Tradição: na transmissão do dado revelado, toda novidade é ruído.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

E depois do cisma?


E depois do cisma, como vai ficar?

Do lado dos católicos, certamente muita perseguição, pouco prestígio. Como previsto pelo Papa Bento XVI, uma Igreja modesta, mas, queira Deus, cheia de Fé.

Da parte dos bergoglianos, uma papisa lésbica para breve. Depois, uma ong qualquer, preocupada com a extinção de papagaios e minhocas e com a distribuição de preservativos no carnaval.

A navalha de Ockam e a legitimidade


Com sua voz de aço, a navalha de Ockam diz claramente que Bergoglio não  é papa.
Zapt!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Bergoglio e o sentimento de estupor na Missa



Num encontro com os padres de Roma, ontem, Berggy estava inspirado. Depois de avacalhar mais uma milésima vez com os católicos stricto sensu, fazendo insinuações genéricas, irresponsáveis e criminosas sobre a moralidade dos seminaristas ligados à Tradição, teria o antipapa declarado que é preciso recuperar o senso de "estupor" durante a Missa.

Para quem conhece a liturgia bergogliana, fica fácil imaginar a que tipo de estupor estava Berggy se referindo. Além do habitual tango, quem sabe a troca do Kyrie pela Ciranda Cirandinha em ritmo de gafieira e do Gloria pelo hino do Boca, para encerrar com um apoteótico bingo final? Só pode ser.



Bergoglio declara guerra à Igreja


Belo artigo do The Remnant sobre recente homilia de Jorge Bergoglio em Santa Marta (aqui o original inglês do artigo; aqui a tradução francesa, para quem prefere Racine a Shakespeare; e aqui o texto da homilia em português, para os camonianos impenitentes).

Trata-se de uma autêntica declaração de guerra ao Catolicismo, assimilado ao farisaísmo e, portanto, inimigo de Cristo.

É a inversão total da doutrina, uma super-heresia que faz os velhos heresiarcas do modernismo parecerem defensores mais austeros da ortodoxia que Santo Atanásio.

Um tapa na cara de dois mil anos de meditação, oração e inspiração do Espírito Santo. Um show de arrogância de quem pretende corrigir os Padres da Igreja, seus Doutores, todos os Papas e todos os Concílios. Uma demonstração clara da ilegitimidade desse falso papa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Um novo símbolo para a igreja bergogliana



Depois que Jorge Bergoglio, o Omnipotente, assumiu a chefia do Vaticano, a Cruz passou a ser uma mera moldura para outras cenas do Evangelho menos comprometedoras e criptolefebvrianas do que a Crucificação do Verbo. É o que prova a cruz peitoral usada pelo antipapa:



Sem Cruz, o bergoglismo está em busca de um símbolo. Para não me acusarem de má-vontade contra nosso amado Berggy, venho propor um novo símbolo para a igreja 2.0: a elegante peruquinha de nosso elegante Dom Braz de Elvis.
Nada mais wild, existencialmente periférico e anticriptolefebvriano.
O símbolo perfeito!

PS: Fico pensando no que diriam os santos fundadores de ordens religiosas, grandes ascetas todos eles, os Agostinhos, os Bentos, os Brunos, os Domingos, os Franciscos, se soubessem que um dia suas ordens estariam sob o império da heliogabálica peruquinha de Dom Braz de Elvis, nada menos que prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica da igreja 2.0 de Bergoglio... Que escândalo! Que tristeza!


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Acerca da hermenêutica da continuidade

O que muitos católico fiéis à Tradição não veem é que, negando a hermenêutica da continuidade, entregam de mão beijada aos inimigos da Fé todo um Concílio ecumênico regularmente convocado e concluído.

A hermenêutica da continuidade não é dizer:

- Olha o concílio, que lindo! Só fala o que já se havia dito antes.

É antes uma tarefa: ler o texto conciliar a luz da Tradição, corrigindo suas ambiguidades e incorreções quando necessário.

Foi o que fez o Papa quando corrigiu o herético polimorfo Leonardo Boff acerca do famoso subsistit, ou quando recordou os mártires romanos que se recusavam a obedecer à religião ecumênica do Império e morriam para defender essa liberdade - que não tem absolutamente nada que ver com a liberdade dos jacobinos, liberais ou bergoglianos, já condenada pelo Magistério: é simplesmente condição de possibilidade da Fé cristã.

Interventor de Bergoglio condenado por calúnia e difamação pela Justiça italiana


Informam diversos blogs que o triste padre Fidenzio Volpi, encarregado por Jorge Bergoglio, via Braz de Elvis, de destruir os Franciscanos da Imaculada, foi condenado pela Justiça italiana, por crime de calúnia e difamação contra os familiares do pe. Manelli, fundador da ordem, a um ressarcimento financeiro e moral às vítimas.

O que só faz avivar o nosso medo de que toda essa bagunça misericordiosa do bergoglismo vá acabar mesmo atrás das grades de alguma delegacia de polícia em Roma.

O que poucos blogs noticiam é que, durante o julgamento, o sicário de Bergoglio teria alegado ao juiz que fizera tudo por ordem direta do papa. Ao que o juiz teria respondido: "Aqui, o papa não manda nada."

Ou seja, temos um caso único na história em que uma acusação formulada por um papa contra um grupo de pessoas é condenada como criminosa pela justiça leiga, e o que é pior: com toda a razão.

O bergoglismo está escorregando perigosamente da alçada eclesial da heresia e da blasfêmia para as varas da justiça comum.

Na foto acima, a freira ideal do hospital de campanha de Jorge Bergoglio, anos luz distante das Franciscanas da Imaculada hoje sob intervenção.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O duplo perigo do modernismo


Dizia Aristóteles, com seu infinito bom senso, que só podemos desatar os nós que vemos. Em tempos de bergoglianas trevas, como os nossos, toda luz é pouca.

Daí a necessidade de máxima precisão nos conceitos.

Tomemos o conceito de modernismo, cuja relevância fundamental na doutrina católica dos últimos cem anos e mais é inegável. Trata-se de uma heresia que se caracteriza pelos contornos fluidos, pela ambiguidade, pela relativização da doutrina da fé pela história (historicismo) ou pelas necessidades "pastorais". Suas origens históricas mais próximas são o molinismo jesuítico dos séculos XVII e XVIII, justamente condenado pela Igreja.

O problema é a curiosa contaminação da forma do conceito por seu próprio conteúdo. Ao definir uma realidade essencialmente fluida, o conceito de modernismo, por uma espécie de choc en retour, é ele mesmo gravado de ambiguidade e falta de contornos, o que o torna duplamente perigoso, pois abre as portas para que seja acusado de modernismo o que é autenticamente católico.

Sua falta de limites precisamente definidos permite colocar no mesmo saco o papa Bento XVI, Leonardo Boff, Jean Guitton, Jacques Maritain, Jorge Bergoglio, o elegante cardeal Braz de Elvis, Hans Urs von Balthasar, Blondel, frei Betto, João Paulo II, dom Athanasius Schneider, Philippe Ariès, Bergson, dom Paulo Evaristo Arns, Henri de Lubac, padres Lanzetta e Manelli, padre Volpi, padre Marcelo Rossi e até Dom Bernard Fellay e Dom Marcel Lefebvre.

É o samba do crioulo doido. Uma chave que entra em todas as fechaduras mas não abre nenhuma porta.

Na atual circunstância, portanto, o conceito de modernismo deve ser usado com extrema prudência, e é dever dos que trabalham para lançar alguma luz na atual meia-noite empenhar-se em forjar novas ferramentas conceituais para lidar com os problemas da hora presente.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Procurador argentino conta quem é Jorge Bergoglio



Jack Tollers é procurador e tradutor argentino, com uma longa de série de obras publicadas.
O texto original inglês completo pode ser lido, em PDF, aqui. Há versão francesa em Benoît et moi.

Em seu artigo, extremamente duro, Tollers procura caracterizar Jorge Bergoglio para o público norte-americano. Começa com uma descrição um tanto rigorosa da Argentina, que nos faz imaginar o que diria do Brasil, para depois passar a descrever o antipapa portenho.

Eis a parte que se refere diretamente a Jorge Bergoglio:

Seus estudos nada têm de substancial. Os jesuítas daqui não têm professores dignos do nome, as matérias eram dadas de qualquer jeito, de maneira nada científica, a filosofia não era jamais ensinada de um modo decente (na melhor das hipóteses, apenas um Suárez mal digerido). As cadeiras de teologia haviam sido todas capturadas por jesuítas de má formação, inclinados a repetir o último livro de Teilhard ou de Rahner, ou até divulgar os últimos preceitos da Teologia da Libertação (a Nova Teologia jamais chegou até aqui, pouca gente lia o francês ou o alemão, e Santo Tomás era quase completamente ignorado). (...) Então, o que Bergoglio sabe? Com esse tipo de formação, praticamente nada. Nada de latim, nenhuma língua, aliás. Seu italiano é péssimo, nem uma palavra de inglês, nada de francês, para não falar de seu terrível espanhol! (Fico pensando que diabos ele estudou na Alemanha durante alguns meses, como consta, pois ele tampouco sabe alemão. E certamente não ganhou nenhum diploma por lá.) Então, como é que ele conseguiu eleger-se papa? É o que eu gostaria de saber. Tudo o que posso dizer é que ele é um exemplo perfeito de argentino, peronista e jesuíta da segunda metade do século XX. Pilantra (double-dealer) implacável, teve uma ascensão meteórica dentro da Companhia de Jesus: basta dizer que foi ordenado em 1969 e apenas quatro anos depois já governava todos os jesuítas da Argentina, como Provincial Superior! Depois de seis anos, tornou-se reitor do Colégio Máximo (...) e isso aconteceu de 1980 a 1986. Foi então que ele se desentendeu com quase todos os jesuítas do país, porque se opôs a Arrupe e à Congregação Geral n. 34 - e fez o jogo de João Paulo II. Assim, foi reabilitado pelo Vaticano e, com o apoio do bispo de Buenos Aires (Dom Quarracino) se tornou seu auxiliar (1992) e, por fim, bispo de Buenos Aires (1997). Em 2001, foi feito Cardeal e Primaz do seu país. Como se vê, fez o seu jogo direitinho e, por fim, conseguiu o que queria. O que não teria nenhuma importância, se não fosse o fato de que tal eleição é muito significativo do estado atual da Igreja Católica.

Pilantra implacável! E quem diz é um procurador e tradutor, ou seja, alguém que conhece ao mesmo tempo as leis e as palavras.

Esse artigo só veio reforçar o meu medo de que todo esse caos misericordioso vá acabar numa delegacia de Roma.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bispo duvida publicamente da liberdade da renúncia de Bento XVI - e portanto da sua validade


Pela primeira vez, um bispo sai a público e declara que a renúncia de Bento XVI não foi livre.

 É o que se pode ler nesta página do blog Rorate Caeli.

Jan Pawel Lenga é arcebispo emérito de Karaganda, no Cazaquistão. Foi ordenado padre na ex-União Soviética, e sofreu duras perseguições por sua Fé. É, portanto, homem de coragem comprovada.

Em carta aberta publicada pelo blog americano, afirma ele com todas as letras:

É difícil acreditar que o Papa Bento XVI tenha renunciado livremente ao seu ministério como sucessor de Pedro.

Ufa. Já era tempo que uma voz do episcopado se erguesse contra a mentira generalizada que nos rodeia. Esperamos que muitas outras se sigam.

Este blog crê firmemente que o momento é de esperança para a Igreja.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A abdicação de Bento XVI pode ter sido tudo, menos livre de pressões


É impressionante ver como é negada a priori, até mesmo nos círculos ligados à Tradição, a óbvia irregularidade da renúncia de Bento XVI.
Senão, quando, desde o Calvário ou pelo menos desde Constantino, um chefe da Igreja foi tão pressionado quanto Bento XVI, com Vatileaks, escândalos financeiros (que fim levaram?), lobbies gays (que fim levaram?), ameaças de cisma etc. etc?
Como é possível achar que isso tudo não é nada, e que a renúncia pode ter sido LIVRE, como exige o direito canônico??
Curiosa também é a pomposa objeção de que "ninguém pode julgar o papa", feita por quem declara abertamente que Bergoglio é herético. Ou seja, acusar de heresia, pode; dizer que houve uma irregularidade de procedimento na renúncia (e na posterior eleição de Bergoglio), não. Vai entender.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Defesa e ataque


Se Bergoglio fosse realmente papa, teríamos numa só pessoa o defensor da Fé e o seu mais furioso agressor.
Ai meu princípio de não contradição!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Testemunho do padre Tufik sobre o terrorismo na Síria



O padre Tufik é cura de Maalula, cidade de maioria cristã na Síria, praticamente destruída pelos terroristas pagos pelo ocidente e pela Arábia Saudita. Cidade cuja presença cristã remonta ao tempo dos apóstolos e onde ainda se fala o aramaico, a língua de Nosso Senhor Jesus Cristo. Eis o seu depoimento sobre os acontecimentos na Síria. O original francês pode ser lido em Benoît et moi (aqui):

Em Maalula, não havia motins  anticristãos desde 1925, nos tempos da revolta contra os franceses. Devo explicitar que aqui há uma forma avançada de cidadania. Mas é preciso admitir que, de alguns anos para cá, houve uma mudança real, algo palpável, dificilmente definível, no comportamento dos muçulmanos... Eles começaram a ter dinheiro, muito mais que antes. Não sabemos de onde vinha esse dinheiro. Eles mudaram de atitude. Era estranho...

Claramente, não é uma revolução interna. Os terroristas nada propõem além de sua charia. Não é uma escolha local, uma potência manipula do exterior. Há um comandante na sombra. É muito complexo. E, depois, não entendo a política da França. Ela é completamente paradoxal: em Mali, vocês lutam contra os muçulmanos, na Síria, vocês os armam.

Pensando bem, não é assim tãããão paradoxal.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O último dia dos Franciscanos da Imaculada



Histórico e comovente vídeo que mostra imagens do último dia de funcionamento do seminário dos Franciscanos da Imaculada. Neste dia, o interventor nomeado por Jorge Bergoglio pôs fim a uma das mais belas páginas do catolicismo pós-conciliar.

Desde então, boa parte dos frades foi embora, fugindo da depravação bergogliana de sua ordem. Outros estão em prisão domiciliar (sic), como o fundador, padre Manelli; outros foram exilados na África. Um dos episódios mais vis da triste história pós-conciliar, tão rica em episódios vis.

A razão? Os franciscanos da Imaculada são culpados do mais hediondo crime aos olhos de Berggy e seus berggyboys: o crime de fé católica.

Isso é imperdoável.

Mais sobre o vídeo em Rorate Caeli (aqui) e em Chiesa e post-concilio (aqui).

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Bergoglio sugeriu o aborto à paroquiana?


Ficou famosa a bronca que Jorge Bilderbergoglio deu na pobre paroquiana que esperava o oitavo filho. "Você quer deixar sete orfãos?"

Interessante esse número, sete. E o oitavo? Não ficaria vivo? Ou estará sugerindo o inefável antipapa que o oitavo não deva nascer para que os outros sete vivam sem serem órfãos?

De qualquer modo, o que significa dar uma bronca numa mulher que espera um filho? O que ele queria que ela fizesse?

Foi uma sugestão de aborto?

Se não foi, foi o quê?



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Bergoglianos e modernistas


Equiparar Jorge Bergoglio, o elegante Braz de Elvis, Maradiaga, Baldisseri ou Kasper a gente séria como Blondel, Guitton, De Lubac ou Bergson é um insulto grosseiro e imperdoável a esses últimos.

Numa crise sem precedentes como a de hoje, é preciso muita luz para poder enxergar o nó a desatar. E pôr todos esses nomes no mesmo saco dos "modernistas" é apagar todas as luzes.

Cardeal Baldisseri: o que importa a opinião de Jesus Cristo?


O secretário do Sinédrio convocado por Jorge Bilderbergoglio para destruir a família, Lorenzo Baldisseri, ao atacar o dogma da indissolubilidade do casamento, decretada solene e definitivamente por Nosso Senhor Jesus Cristo, veio com a seguinte pérola (aqui):

Só porque uma compreensão particular (!!) existe há dois mil anos não quer dizer que não possa ser questionada.

Entenda-se: para nós, bilderbergoglianos, pouco importa se uma doutrina foi ensinada pelo Verbo Divino ou por seus Apóstolos.

Eis o grau de boçalidade a que se chegou.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Governo francês proíbe filme católico. E a liberdade de expressão??



Depois do carnaval midiático do "Je suis Charlie" e da luta pela "liberdade de expressão" na França, a realidade: a França é uma tirania anticristã, cuja última preocupação é a liberdade de pensamento.

Prova (uma entre mil): o Ministério do Interior proibiu a exibição do filme L'Apôtre, da cineasta católica Cheyenne-Marie Carron. O filme conta a história da conversão de um muçulmano ao catolicismo (aqui).

Ou seja, na França é permitido levar crianças para ver filmes de zoofilia, mas o adulto francês não pode ver a conversão de um imã ao catolicismo.

A França é realmente Charlie.

No vídeo acima, a diretora fala do filme e do boicote sistemático de que é alvo pelo governo maçônico francês.



Governo esse que, escusado é dizer, mantém excelentes relações com Jorge Bergoglio, como prova a foto acima.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Profanação em massa em Manila: o Corpo de Cristo ou batata frita?



Profanação maciça da Hóstia em happening eucarístico realizado nas Filipinas para honra do infinito ego de Jorge Bilderbergoglio. Após o evento, foram encontradas muitas hóstias consagradas caídas na lama.
Ad maiorem Bergoglii gloriam.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Adoniran ou Valéry?




Confesso que às vezes tenho dificuldade para distinguir entre Adoniran Barbosa e Paul Valéry.

Bergoglio criminoso: o caso da corrupção em Buenos Aires

Em sua mais recente e catastrófica página de magistério aeronáutico, Bilderbergoglio, para edificação dos fiéis, contou um caso que lhe ocorreu quando bispo auxiliar em Buenos Aires.

Alguns funcionários públicos se aproximaram para lhe propor uma treta: doariam um bom dinheiro à Igreja, dinheiro este que, em troca, seria rachado com eles.

Caso claríssimo de crime de corrupção.

Qual era o dever de Berggy, como bispo, diante de um caso desses? Admoestar os meliantes, pelo grave pecado que cometiam. E como cidadão, denunciá-los às autoridades competentes, para que tomassem as devidas medidas penais e administrativas. Deixar de fazer ambas as coisas é pecar por omissão e tornar-se cúmplice do crime.

Mas nenhuma das duas coisas sequer passou pela cabeça do antipapa. Ficou em dúvida entre chutar a bunda dos safados - poeticamente definida como "ali onde o sol nunca bate" - ou "dar uma de Migué". Foi o que fez. Alegou um problema técnico de recibos para não aceitar a proposta criminosa. E se despediu dos bandidos em paz e amizade.

Eis a moral bergogliana, à beira do código penal. Eis como ele pretende aplicar sua política de combate e corrupção.

Portanto, senhores corruptores, temos boas notícias para vocês. Podem abordar os administradores vaticanos, propondo suas vigarices, sem correr nenhum risco. O máximo que pode acontecer é que lhes peçam recibo. Mas até para isso se pode dar um jeitinho, usando de ternura e misericórdia. Ordens do patrão.





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Tempos vergonhosos e tenebrosos

Do discurso sincretista de Bilderbergoglio no Ceilão:

"Houve tempos obscuros na história da Igreja, não devemos ter vergonha de dizê-lo".

É verdade. Mas se eu fosse ele, teria vergonha, sim. Não de dizer isso, mas de ser o mais tenebroso tempo da Igreja.

Dupla personalidade ou cinismo? Ou os dois?


Dois dias atrás, no magistério aeronáutico da viagem de volta das Filipinas:

Creio que o número de três filhos por família, que você menciona, segundo o que dizem os técnicos, é o número importante para manter a população. (...) A palavra chave para responder, que a Igreja usa e eu também, é paternidade responsável, e cada pessoa no diálogo com seu pastor busca como alcançar tal paternidade. O exemplo que mencionei há pouco da mulher que esperava o oitavo filho e tinha sete nascidos de cesárea, isso é uma irresponsabilidade. "Não, mas confio em Deus..." dizia. Sim, Deus te dá os meios, mas alguns creem - desculpem a expressão - que para sem bom católico devemos ser como coelhos. Não. Paternidade responsável: para isso existem na Igreja grupos matrimoniais, os especialistas nessas questões e há os pastores, e eu conheço tantas saídas lícitas, que ajudaram para isso.

Ontem, na audiência geral:

Dá consolo e esperança ver tantas famílias numerosas que acolhem os filhos como um verdadeiro dom de Deus. Eles sabem que cada filho é uma bênção. Ouvi dizer que as famílias com muitos filhos e o nascimento de tantas crianças estão entre as causas da pobreza. Parece-me uma opinião simplista.

Não é à toa que os jesuítas tempos atrás deram a Berggy o diagnóstico de loucura.
É muito triste ver a Igreja de Cristo sujeita a isso.