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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Bésame Tucho - Homenagem ao autor de Amoris laetitia


Singela homenagem deste blog ao teólogo oficial do antipapa, o popular Bésame Tucho, beijocólogo e verdadeiro autor de Amoris laetitia, grande clássico da pornografia teológica bergogliana.

Bésame,
Bésame Tucho,
Como si fuera esta noche
la última vez.
Bésame,
Bésame Tucho,
Que tengo miedo a perderte
perderte después...



Bésame Tucho com a banda do Exército Vermelho soviético.



Com o o Trio Los Panchos


André Rieu


Raul Gil


Maysa




sábado, 28 de maio de 2016

Cátedra de Pedro ou privada do Jorge?



O bergoglismo é uma tentativa calculada, sistemática e metódica de transformar a cátedra de Pedro na privada do Jorge, de onde o antipapa envia urbi et orbi a merda de suas heresias, blasfêmias e sacrilégios.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A barca de Pedro, a tempestade, o papa e o antipapa



Em momentos de forte borrasca, em que a nau de Pedro parece prestes a naufragar sem que haja remédio humano possível, o papa retira-se para rezar, e pede ao Senhor que salve a sua barca da procela:

Há momentos em que as águas estiveram agitadas, e o vento, contrário, como em toda a história da Igreja, em que o Senhor parecia dormir. Mas eu sempre soube que naquele barco estava o Senhor e que o barco não era meu, nem de vocês, mas Dele, que não o deixa naufragar. É Ele que o conduz, certamente através também dos homens que escolhe, porque os quer. Esta foi e é uma certeza que nada pode ofuscar.
(Bento XVI, discurso de despedida)


O antipapa, porém, atira Jesus Cristo às ondas, para diminuir o peso da barca.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Corpus Christi: a diferença entre um papa e um antipapa



Um papa ajoelha-se diante do Santíssimo; um antipapa, não.
Como sabemos, para Jorge Bergoglio, o Omnipotente, não é ele que deve ajoelhar-se diante do Santíssimo, é o Santíssimo que deve ajoelhar-se diante dele.

Repetita juvant.

PS: O sacrilégio repetiu-se este ano. Quem tiver estômago pode conferir no vídeo abaixo.



Aqui o comentário (em italiano) de Antonio Socci, onde lembra com muita felicidade a afirmação do Papa Bento XVI de que a incapacidade de ajoelhar-se é a essência do diabólico.

Amoris laetitia e o sonho de Cinderela


Romântica foto de Tucho Fernandez, o Doctor Beijocarius, autor do infame capítulo 8 da infame Amoris Laetitia.
Coisa mais fofa!
Como dizem os americanos, uma foto vale mais que mil palavras.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Dois ou um


A pedra é uma só, e é preciso fazer de tudo para que não se rompa.
Mas quando ela se parte, continuar dizendo que dois são um é simplesmente  mentira. E a mentira jamais trará de volta a unidade primitiva.


segunda-feira, 16 de maio de 2016

O marquês de Sade e Amoris laetitia



Percorrendo os blogs conservadores bergoglianos, não é difícil perceber que os intrépidos defensores do rotariano argentino estão encontrando sérios problemas na interpretação em chave continuísta da exortação antiapostólica Amoris laetitia. Coincidentemente, um amigo meu que vem há tempos tentando interpretar as obras do marquês de Sade também em continuidade com o magistério da Igreja confessou-me que se tem deparado com os mesmos problemas.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

O antipapa e o populismo: o povo é o ópio da religião


Interessante artigo de Sandro Magister sobre o populismo do antipapa, em que o prof. Loris Zanatta analisa a importância do conceito de povo, "categoria mística", no desastre da igreja bergogliana.

Segundo Bergoglio, o povo das favelas e das periferias, detentor de todas as virtudes, seria a reserva moral da humanidade, o "povo de Deus" da falecida teologia da libertação.

Nada mais longe da realidade. Quem conhece mesmo superficialmente a periferia, sabe que é muitas vezes lugar de violência, crime e devassidão. Não por culpa dos moradores, é verdade, mas do abandono moral em que se encontram, vítimas diárias das redes Globos e Records da vida. Mas que não sejam oásis de virtude em nosso mundo pervertido, é claro que não.

Essa é uma típica "viagem" de religiosos défroqués, que perderam completamente a Fé; uma deformação da realidade que lhes permite continuar levando suas medíocres vidinhas de apóstatas.

Para esses discípulos marxistas de sacristia, vale uma adaptação do bordão do mestre: o povo é o ópio da religião.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Para o antipapa, desobedecer a Cristo e permitir o sacrilégio não tem a mínima importância



Numa demonstração inequívoca de seu desprezo pela fé católica, o antipapa, em mais uma de suas catastróficas entrevistas aeronáuticas, deixou claro que não dá a mínima importância ao fato de ter destruído o dogma católico, ao desobedecer frontalmente a uma ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo acerca do divórcio.

Para ele, como não se cansou de martelar repetidas vezes, a partir de 19:00, o importante é o desemprego dos jovens ou a baixa natalidade dos europeus. Permitir ou não a comunhão aos adúlteros é uma questão secundária.

Ou seja, a desobediência a Cristo, a disciplina dos sacramentos, a sacramentalização do adultério, o desafio ao ensinamento bimilenar da Igreja são coisa secundária.

Além de ousar cometer tudo isso, sem o mínimo pudor, o antipapa rotariano tem a cara de pau de declarar que isso não tem nenhuma importância.

Maior demonstração de desprezo à Fé, à Tradição, aos sacramentos, à moral, impossível.

A boçalidade é realmente infinita.

Garabandal previu o Sínodo contra a família e o antipapado de Jorge Bergoglio

A Virgem de Garabandal revelou a Conchita que, depois de João XXIII, haveria só mais três papas. Assim apresentada, a profecia de Nossa Senhora deu margem a dúvidas: como entender que tenhamos tido já 5 papas desde Roncalli, sem contradizer a predição mariana?

A esta dúvida responde o site garabandaliano O Aviso Mundial

Na verdade, como fica claro em entrevista concedida por Conchita já em 1965, Nossa Senhora falou em quatro papas, um dos quais com um pontificado breve demais, que seria desconsiderado - João Paulo I. Além disso, haveria um quinto "papa" que ela não levaria em conta, certamente por não ser legítimo: Jorge Bergoglio (aqui). Esse falso pontificado marcaria o início do fim dos tempos.

Além disso, a Virgem também previu a realização de um Sínodo muito importante, que também marcaria o fim dos tempos e antecederia o famoso Sinal.

De fato, com a tenebrosa exortação apostólica Amoris laetitia (que alguns traduzem por  Os Prazeres do Sexo), o Sínodo bergogliano contra a família marca o fim de 2000 anos de ininterrupta custódia e transmissão da Revelação de Cristo por parte da Igreja Católica.

Estão abertas as portas para o Apocalipse.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Manter aberta a porta do céu: eis a luta contra Bergoglio

É preciso entender com clareza o que está em jogo por trás das ambiguidades, das heresias, das blasfêmias, dos sacrilégios deste antipontificado satânico: o que está em jogo é nada menos que a Fé católica. Eis o alvo de Jorge Bergoglio e capangas.

A Fé católica, que é a chave da porta do Céu, a ferramenta de nossa salvação.


Qui crediderit et baptizatus fuerit, salvus erit; qui vero non crediderit, condemnabitur.

Quem crer e for batizado, será salvo; quem, porém, não crer, será condenado. (Marcos, 16, 16)

Trata-se, portanto, de manter aberta a porta da Salvação.

Nada mais, nada menos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Amoris laetitia: demonstração por absurdo da ilegitimidade do antipontificado de Jorge Bergoglio

As heresias, os sacrilégios, as blasfêmias, o divórcio Express e agora a inefável exortação Amoris laetitia compõem, em seu conjunto, uma solidíssima demonstração pelo absurdo da invalidade da eleição do antipapa  Bergoglio. Ainda que não houvesse um dossier tão nutrido de provas sobre a nulidade da renúncia de Bento XVI, por não livre, só essa repetida exibição de ódio à Fé já bastaria para descartar esse antipontificado diabólico.

Sem falar que Bergoglio na cátedra de Pedro é tão perigoso como um chipanzé com uma metralhadora: é uma ameaça diária, sistemática, metódica contra a integridade da Fé e, portanto, contra a mesma vida da Igreja.

Combatê-lo é hoje o dever número 1 de todo cristão.

É claro que esse dever cabe em primeiro lugar aos cardeais e prelados, mas se eles calam, como vêm fazendo há meses - e mesmo Mgr. Fellay, o principal herdeiro do maior defensor da Tradição no post-concílio, Mgr. Marcel Lefebvre - então até as pedras e os simples católicos devem gritar sobre os tetos.

sábado, 9 de abril de 2016

FSSPX e a comunhão aos divorciados requentados e demais pecadores públicos

Após a leitura da saborosa nota da FSSPX sobre a sua atual rosicler relação com o antipapa e  depois da leitura da deliciosa exortação apostólica Amoris laetitia, e sobretudo de sua suculenta nota 329, onde a castidade entre os divorciados recasados e requentados é vivamente repreendida e desaconselhada, este servidor ficou com uma dúvida: com o amplo e risonho consenso entre Dom Fellay e Jorge Bergoglio, hoje, nas capelas da Fraternidade, a comunhão dada aos divorciados requentados - e a todos os que estão em pecado mortal público - é só válida ou é também lícita? Uma dúvida que não quer calar.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Amoris laetitia: antipapa corrige Jesus Cristo e libera comunhão aos divorciados recasados


Consummatum est.
O antipapa curva-se ao diktat dos dirigentes de nossa Sodoma ocidental e compromete irremediavelmente a integridade da Fé católica.
Se Jorge Bergoglio é realmente papa, todos os anteriores não o eram.
Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.


quarta-feira, 6 de abril de 2016

O bergo-lefebvrismo e o fim da FSSPX

Em algum aposento do hotel Santa Marta, no Vaticano, sexta passada, consumou-se a geração do mais espantoso híbrido teológico de que tem notícia a Criação: o bergo-lefebvrismo.
Com esse acontecimento teratogênico e teratológico, chega a um fim melancólico a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, de tão gloriosas origens.

Agora, o único fio que ainda prende a Igreja Romana ao corpo vivo da Tradição é Bento XVI.

Que Deus o proteja e tenha piedade de nós.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Virgem de Guadalupe, temível como um exército em ordem de batalha



Sua Obscenidade o antipapa Francisco é posto a nocaute em menos de 5 segundos ao primeiro contato com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.

Nem é preciso dizer que o antipapa não se ajoelhou diante da Santíssima Virgem, mas preferiu permanecer sentado, como convém diante de subordinados.

De virar o estômago.


sábado, 16 de janeiro de 2016

Elisabetta Frezza: a teoria do gênero e os poderes deste mundo



Magnífica conferência da jurista italiana, Doutora Elisabetta Frezza, acerca da teoria do gênero e daqueles que a organizam e financiam, seus objetivos, estratégias e meios. Em italiano. Uma análise exaustiva, de grande rigor teórico.
Imperdível para os que compreendem o italiano. É longa, mas vale a pena.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Berggy e a religião mundial única



Todas as religiões são iguais: cada uma encontra deus a seu modo.
Ou seja, todas são falsas, principalmente o Catolicismo.
O sacrifício de Jesus Cristo na Cruz foi um inútil ato de fanatismo criptolefebvriano, que é melhor esquecer.

Eis as intenções do antipapa, pelas quais os fiéis deveriam rezar durante o falso Jubileu da falsa Misericórdia.

E o pior, como observa brilhantemente Maria Guarini em seu blog Chiesa e Post Concilio, é que a tal "única certeza" do antipapa no vídeo, "que somos todos filhos de Deus", não passa de um absurdo  segundo a doutrina católica: todos somos CRIATURAS de Deus, mas só a Fé em Jesus Cristo, nosso Deus e nosso Salvador, nos torna filhos de Deus, como aparece claro como o sol no Prólogo do Evangelho de São João: "Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos que o receberam, aos que creem em seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo, 1, 11-13).

Vergonhoso.

Céu e inferno segundo Bergoglio


Sabemos que para o antipapa não há mais inferno, a não ser, talvez, para os católicos. Em compensação, o Céu não passa de umas intermináveis férias na Praia Grande.

Misericórdia!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Antonio Socci e o desastre na popularidade de Jorge Bergoglio



Importante artigo de Antonio Socci sobre a queda maciça de popularidade do antipapa peronista, mesmo na Itália, onde ele é objeto de uma gigantesca campanha promocional junto à grande mídia. Traduzimos abaixo boa parte do texto. O original italiano pode ser lido aqui; há tradução francesa em Benoît et moi (aqui).


A bolha mediática do papa Bergoglio ainda existe. Principalmente nos salões dos que não creem. Mas entre os católicos, 2015 foi, em contrapartida, o ano do esvaziamento, como mostram os desastrosos números sobre a queda abrupta no afluxo de fiéis a seus encontros.

Até o jornal La Repubblica, embora discretamente, teve de admitir: "Os números oficiais fornecidos pelo Vaticano indicam que o início do Jubileu marcou até mesmo um refluxo. O número de peregrinos que participaram das audiências públicas com o papa no mês de dezembro, de fato, caiu sensivelmente em relação ao mesmo mês de 2014: menos 30%, dos mais de 461 mil de um ano atrás para 324 mil."

Menos 30% em um ano, é uma queda vertical. A mesma queda na presença ao Angelus papal: "150 mil peregrinos contra 390 mil no mesmo período de 2014."

A cerimônia de abertura do Jubileu, no dia 8 de dezembro, que foi acompanhada pela metade do público previsto (50 mil pessoas), também foi um fiasco.

La Repubblica escreveu que havia muita gente no Jubileu das famílias. Mas, nesse caso, o número foi inflado por uma razão extrabergogliana: a presença maciça em Roma de milhares de famílias do Caminho Neocatecuminal (as mesmas que encheram a praça de São João de Latrão no dia 20 de junho passado, [para a marcha das famílias*]).

O Vaticano, na realidade, está cada vez mais assustado, porque de dois anos para cá assistimos a uma verdadeiro abandono de Bergoglio.

Quiseram o Jubileu justamente para isso, para tentar inflar a presença de fiéis no Vaticano e demonstrar que "el pueblo unido" está com sua "Revolución".

Nas intenções do promotor do Ano Santo, este devia "maquiar" a derrota, que é, porém, ainda mais evidente quando consideramos esses três anos de papado como um todo (quando, entre outras coisas, não havia a desculpa do medo dos atentados, como em dezembro passado).

Três anos de queda

Nos números sobre a frequência às audiências papais fornecidos pela Prefeitura da Casa Pontifícia - como é tradição - para a centésima audiência de Bergoglio, o mais claro é a queda que se verificou entre o primeiro e o terceiro ano de seu pontificado: 1.548.500 presenças às 30 audiências de 2013, 1.199.000 presenças às 43 audiências de 2014 e - atenção - 400.100 presenças às 27 audiências que tiveram lugar até 26 de agosto de 2015.

Números pavorosos. E a tendência também é confirmada pelo cálculo da participação média nas audiências gerais (...).

O que significa isso? Que ao entusiasmo inicial dos primeiros meses sucedeu uma amarga decepção e, em consequência, o abandono dos encontros papais.

Trata-se de um fenômeno ainda mais espetacular se considerarmos a máquina de propaganda que há três anos vem mitificando o pontífice argentino e - ainda hoje - evita noticiar esse distanciamento maciço em relação ao papa Bergoglio.

Na Igreja, respondem que não se julga a fé pelos números. É verdade. Mas os números se tornam, ao contrário, extremamente importantes quando um pontificado pretende "revolucionar" o catolicismo, prometendo que, assim, trará as pessoas de volta à Igreja.

Quando se desmantela o ensinamento de sempre da Igreja e se proclama o que o mundo quer ouvir, porque - dizem eles - assim se fazem compreender e aceitar pelos homens de hoje, passa a ser obrigatório e decisivo verificar em seguida se o "homem de hoje" mordeu a isca.

Pois bem, acho que desta vez o desmentido dos fatos é espetacular. Os números que mencionei indicam um fracasso total.

Que depois a mídia continue a representar a era Bergoglio com tons triunfantes é algo que torna ainda mais imperativo ir verificar e dizer as coisas tais como são na realidade.

O Jubileu (um estranhíssimo Jubileu onde não se fala sequer em "indulgências" para não chatear os protestantes) foi desejado - como já disse - para camuflar esse abandono em massa.

Para isso, para atrair as pessoas, também se imaginou um acontecimento incompreensível, como a exposição em Roma do corpo de Padre Pio, mas também a canonização de Madre Teresa (dois santos que estão nos antípodas do papa da teologia da libertação).

Mas permanece o fiasco da pretensa "primavera" devida ao "efeito Bergoglio". Tanto que ele se pode observar também na prática dominical das paróquias.

Segundo os mais recentes dados do ISTAT, relativos a 2014, o segundo ano do pontificado bergogliano, a frequência à missa dominical na Itália caiu a 28,8%, quando sob Bento XVI estava acima de 30%.

Assim, existe o efeito Bergoglio, mas invertido: ele não atrai os distantes, mas afasta os próximos.

* Nota explicativa tirada da tradução francesa de Benoît et moi (NT).


Blanc de Saint-Bonnet e o cristianismo 2.0

Antoine Blanc de Saint-Bonnet (1815-1880)

Crer que se possa confiar a justiça e os direitos à simples vontade dos homens: eis o liberalismo; crer que seja possível confiar-lhes a verdade: eis o neocristianismo.
(Blanc de Saint-Bonnet, L'infaillibilité, Paris, NEL, 1956, p. 273)

Vale a pena ler os velhos católicos e suas polêmicas. Fica claro quão pouca novidade têm os Grandes Avacalhadores e os bergoglianos, e como é errado datar do Concílio Vaticano II a origem de todos os males da Igreja de hoje.

sábado, 2 de janeiro de 2016

O Cardeal Müller comenta as heresias bergoglianas


Em entrevista a Die Zeit (tradução francesa aqui e comentário de Socci aqui), o cardeal Müller respondeu à seguinte pergunta do jornalista:

O que dizer dos católicos que atacam o papa, chamando-o de herege?

Eis a resposta:

Não só por dever de ofício, mas também por convicção pessoal, tenho de contestar. Na definição teológica, é herege o católico que nega teimosamente uma verdade revelada e apresentada pela Igreja [also known as dogma]. Algo totalmente diferente acontece quando um ensinamento de fé oficialmente apresentado é talvez exprimido de maneira infeliz, enganosa ou vaga (!!). O magistério do papa e dos bispos não é superior à palavra de Deus, mas a serve. A constituição dogmática sobre a revelação divina do Concílio Vaticano II também sanciona isto.

Como nota Antonio Socci, Müller foi até o limite do possível. Um milímetro a mais e já estaria admitindo o que todos sabem: que Bergoglio é de fato herege polimorfo. Mas aí o cardeal alemão teria que pôr sobre os ombros a Cruz da inimizade dos poderosos deste mundo, que adotaram Jorge Bergoglio em troca do mais absoluto servilismo ao diktat wall-streetiano. E isso, ele muito provavelmente não está disposto a fazer.

Vale notar que a resposta do cardeal é, em si, absolutamente ridícula. Ou será que ele nos quer fazer crer que um cardeal jesuíta não sabe que  negar as penas eternas dos pecadores impenitentes e afirmar que a alma morre junto com o corpo é heresia das mais brabas! E quando contestado das mais diversas formas sobre o que declarou, o antipapa permaneceu calado. Ora, quem cala, consente, e esse silêncio transforma o que podia ser uma heresia meramente material em heresia formal. É a isso que se refere a definição de herege citada pelo cardeal, quando fala em teimosamente.

Mas não! Tudo isso é só um engano, uma expressão infeliz ou vaga!

Vá plantar batata, Cardeal. Kartoffel, no caso.

O que fica bem claro com a resposta de Müller é que o antipontificado do rotariano argentino está por um fio: a única coisa que o mantém ainda de pé é a covardia dos purpurados, que fazem todo tipo de contorcionismo e malabarismo para fingirem que não veem que o rei está nu. Mas isso vai durar até quando?

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Bergoglio 666: o número da Besta


Interessante, embora não propriamente surpreendente, descoberta do blog italiano mi-chael acerca de uma coincidência - mais uma! - envolvendo o nosso querido antipapa.

Se usarmos a tabela ASCII de caracteres:

A = 65,  B = 66,  C = 67, D = 68,  E = 69, F = 70, G = 71, H  = 72,  I = 73,   J = 74,  K = 75, L = 76,  M = 77, N = 78, O = 79,  P = 80,  Q = 81, R = 82, S = 83, T= 84, U= 85, V= 86, W= 87, X= 88, Y = 89, Z = 90

e a aplicarmos ao nome do energúmeno rotariano, Bergoglio, somando as letras, teremos:

(B) 66 + (E) 69 + ( R ) 82 + (G) 71 + (O) 79 + (G) 71 + (L) 76 + (I) 73 + (O) 79

que dá, surprise, 666. O número da Besta.
Que coincidência!
Apocalypse now meeesmo!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Vídeo ortodoxo revela ódio do antipapa à Cruz



Impressionante vídeo em que fica claro o ódio do antipapa à Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
As primeiras cenas mostram a cerimônia da Quarta-Feira de cinzas, em que o sacerdote marca com as cinzas uma cruz na testa dos fiéis. O mesmo ocorre com o óleo na Crisma: os gestos são bem claros e a Cruz fica bem evidente. Isso quando o ritual é conduzido por um sacerdote ou um bispo cristão.
Em seguida, são mostradas cenas dos mesmos rituais conduzidos pelo antipapa. A Cruz sumiu!
Impressionante.
Mais uma prova da inimizade profunda entre o antipapa e Cristo.
E os senhores cardeais continuam calados, assistindo de camarote à destruição da Fé que juraram defender com o próprio sangue!
Que vergonha.

O padre Manuel Bernardes e a falsa misericórdia


A porta do Céu é estreita, não cabe quem se não encolhe. Não é louvável e segura a confiança com que alguns espíritos pouco exercitados passam por esta incerteza da salvação ao de leve, com uma tácita suposição de que Deus está propiciado de seus pecados e lhes há de dar final graça. Bom é esperar, mas não é bom presumir, e pode ir misturada alguma coisa de presumir neste ato de esperar.
(Nova Floresta, V, 279)

domingo, 27 de dezembro de 2015

Santo Estêvão, protomártir

Il Martirio de Santo Stefano, de Giorgio Vasari

Ontem, dia de Santo Estêvão, o protomártir lapidado pelos judeus que ele queria converter.
Inútil martírio. Hoje, a igreja de Jorge Bergoglio declara que os judeus não precisam converter-se para salvar-se (aqui).
Ao que parece, basta a conta corrente.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Marc-Antoine Charpentier (1643-1704): Missa do Galo



Messe de Minuit pour Noël.
Aradia Ensemble, regente Kevin Mallon.



E, brinde de Natal, a Pastorale sur la Naissance de Notre Seigneur Jésus Christ, do mesmo Charpentier, com o Ensemble Vocal et Instrunental "les Arts Florissants", sob a regência de William Christie.

Felicem Nativitatis diem! Invitus antipapa!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O antipapa às moscas


Foto da Audiência Geral do antipapa, de 2 de dezembro de 2015. Completamente às moscas, apesar do amplo apoio ao antipapa da parte dos poderes deste mundo, financeiros e políticos, e da consequente onda de propaganda nos meios de comunicação de massas controlados por esses mesmos poderes.

A estratégia do "tudo pelo Ibope" parece não estar dando grandes resultados. Mesmo assim, parece estar longe de terminar. Um exemplo é a anunciada canonização do padre Cícero, o valente sacerdote anticomunista que continua, contra ventos e marés, sendo objeto da devoção popular no Ceará. Pouco importa ao antipapa se o velho Padim Ciço defendia posições diametralmente opostas à da seita bilderbergogliana. O que vale é  o Ibope!

Sugerimos, portanto, ao antipapa que considere a grande popularidade de que goza Satanás na população da nossa Sodoma globalizada. Observe as estampas na camiseta dos jovens e não tão jovens, as letras das música pop, etc.  O resultado pode ser um só: a iminente e misericordiosa canonização de São Lúcifer, com todas as pompas, no Vaticano de Jorge Bergoglio. Quem sabe assim o velho Berggy consiga encher a praça de São Pedro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Da Imaculada ao ponto G: Antipapa promove e abençoa congresso de ginecologia estética no Vaticano


É o que denunciam, entre outros, o blog Messa in Latino, Benoît et Moi e até o Daily Mail.
O Congresso se reunirá no Institutum Patristicum Augustinianum, e tratará de matérias de profundo interesse patrístico: como aumentar e estimular o ponto G para uma vida sexual mais wild, novos horizontes na reconstrução vaginal, como aumentar os lábios vaginais com transplante de gordura e tecidos, técnicas de rejuvenescimento vaginal, lifting do clitoris, cosmética vaginoplástica e sex therapy. O programa completo (no pun intended) do Congresso pode ser visto aqui. Aqui, a página oficial do Congresso.

A participação dará direito a ingressos VIP para a audiência do antipapa, para a missa negra em Santa Marta e a uma bênção especial para o Congresso do próprio sucessor de Judas, além de acesso a lugares reservados da cidade do Vaticano. Uau!

Como se vê, agora é mesmo oficial: Roma já é de novo a grande meretriz apocalíptica. Faltam só os anjos com suas trombetas.

PS: O lendário padre Lombardi, porta-voz do antipapa, teria negado ao site bergogliano Il Sismografo que o tal Congresso aconteceria no Vaticano, sem mais explicações. Fica o registro. O fato é que as instituições que promovem o Congresso existem realmente, assim como os cirurgiões anunciados no programa, e que o evento é noticiado em vários sites especializados na Internet. Além disso, o programa continua sendo exibido nos sites oficiais dos patrocinadores.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Definição de bergoglite


Bergoglite sf: Câncer da fé e do senso moral, letal, que leva à morte espiritual em minutos. Os sintomas principais são a heresia polimorfa, a homofilia grave, acompanhada de delírios politicamente corretos e de comprometimento grave da capacidade de falar verdade e de se comportar com lealdade. A única terapia conhecida é o exorcismo. A transmissão é feita normalmente pela nomeação a cargos eclesiásticos, sobretudo episcopais e cardinalícios, mas na  literatura também são relatados casos de infecção por sodomia passiva.

domingo, 13 de dezembro de 2015

O Abbé Grou responde à falsa misericórdia de Jorge Bergoglio


Neste dia funesto em que um falso papa abre um falso jubileu em nome de uma falsa misericórdia, sob a tríplice falsidade de uma doutrina que ousa afirmar que "deus" ama nossos pecados, faz-se urgente uma resposta cristã a tamanha iniquidade e traição.
Por isso publicamos hoje uma meditação do padre jesuíta (repito, jesuíta!) Grou, em seu maravilhoso livrinho La Science pratique de la Croix, hoje esquecido, mas uma joia da espiritualidade católica pós-tridentina.

Nela é exposta sem meias palavras a essência da verdadeira penitência, que é o ÓDIO ao pecado, o contrário exato do bergogliano amor ao pecado.

Aqui vai o texto, traduzido direto do original francês por este Vosso servo:

I. O pecado é o maior de todos os males, pois é o mal de Deus: mas ele não é para o pecador a maior de suas infelicidades, pois a misericórdia divina fez que até o pecado contribuísse para a sua santificação e entrasse na ordem de sua feliz predestinação. Sua maior desgraça é a impenitência no pecado; e, para os pecadores em que a fé desperta os remorsos da consciência e que fazem alguns esforços, dão alguns passo no sentido da conversão, sua desgraça, maior que todos os pecados deles juntos, é a falsa penitência, tão facilmente confundível com a verdadeira; essa penitência enganosa que os adormece no pecado e lhes inspira uma confiança presunçosa em meio ao perigo certo de uma eterna danação. Nada mais comum que a falsa penitência; nada mais raro que a verdadeira. Os demônios, todos os reprovados são penitentes no inferno: os cristãos que vivem no hábito do pecado são amiúde penitentes durante suas desordens. No leito de morte, os maiores pecadores a que resta alguma fé, apavorados com o medo dos juízos de Deus, abrem seus corações para os mais vivos sentimentos de penitência. Não são, em sua maioria, senão falsos penitentes, que parecem vivos aos olhos dos homens e que estão mortos aos olhos de Deus.

Ó Meu Salvador, Vós que sois a fonte e o modelo da verdadeira penitência, ensinai-me qual é o seu caráter essencial; não deixeis que eu pereça pelo uso de um remédio que deve curar-me e salvar-me; não permitais que uma falsa penitência se una a tantos outros pecados, para se tornar contra mim um novo artigo de condenação.

II. Um coração culpado, envergonhado de si mesmo e entregue à confusão decorrente da infâmia de seus pecados; um coração dilacerado pelos remorsos mais agudos nem sempre é um coração penitente. Uma alma a que nada escapa no exame de seus pecados, que faz deles uma confissão sincera, uma acusação humilhante, que se submete a uma reparação pública, a uma satisfação dura, nem sempre é uma alma penitente. Tudo isso são só exterioridades, o lado de fora da penitência: são, por assim dizer, os seus efeitos, seus frutos e suas obras; mas tudo isso pode ser separado da penitência cristã que nos justifica aos olhos de Deus; tudo isso pode vir de outra fonte do que o coração de Jesus, cuja penitência deve animar e santificar a nossa. Quem pareceu mais penitente que o ímpio Antíoco? Golpeado pela mão de Deus, ele reconhece a enormidade de seus crimes; seus olhos choram-nos, sua língua detesta-os; faz deles uma confissão pública e humilhante; quer reparar suas desordens. Ao vê-lo e ouvi-lo, é um homem humilhado, contrito, consternado diante do Senhor; no entanto, Antíoco morre como reprovado e não obtém a misericórdia que pede com tanta sofreguidão. Quem pareceu mais penitente que Judas? Ele sentiu toda a grandeza de seu crime; seu coração foi tocado por um arrependimento amargo; ele o confessou em voz alta: eu pequei, disse ele, ao entregar o sangue do Justo; ele o reparou por uma retratação pública; restituiu o preço indigno de seu deicídio; Judas, porém, tão contrito, tão humilhado, morreu na impenitência e no desespero.

III. Qual é, então, essa verdadeira penitência, tão importante para a minha salvação eterna, que não deve ser confundida com a falsa? Quem nos ensinará isso será a cruz de Jesus Cristo. Vem, minha alma, aos pés de Jesus crucificado, penetra em seu coração adorável, que se tornou penitente para todos os corações culpados. Para ser agradável a Deus, é com base nesse divino modelo que tua penitência deve ser formada; ela deve fluir e participar dele. Toda penitência que não flui dessa fonte, toda penitência que não é assinalada pelos traços da penitência de Jesus Cristo, que é o único Salvador, o único modelo dos pecadores penitentes, é uma penitência de reprovado.

IV. Jesus Cristo, que se encarregara de todos os pecados do gênero humano, para destruí-los em nossos corações e deles fazer a Deus uma justa reparação, carregou em seu corpo inocente e em sua pessoa divina a sua pena exterior. Ele os expiou, satisfez à justiça divina com suas humilhações, seus sofrimentos e a efusão de todo o seu sangue. Mas nem os opróbrios, nem os sofrimentos, nem a morte sangrenta são a penitência que destrói o reinado do pecado em nossos corações e nele estabelece o de Deus. Os reprovados impenitentes no inferno são mais atormentados do que Jesus Cristo ao longo de sua penitência. Tudo isso é apenas a consequência da penitência do Salvador; são apenas seus efeitos salutares.

V. É no jardim da amargura, em que Jesus se retirou pouco antes de sua paixão exterior, que O vemos penitente, como devemos nós mesmos ser. É lá que uma dor viva e penetrante se apodera de sua alma. A tristeza, o langor, as penas mais cruéis dilaceram seu coração. Ele geme, suspira, sucumbe sob o peso de suas aflições. Trava em sua santa alma combates violentos que mal consegue suportar, que O jogam numa agonia mortal, que fazem jorrar de suas veias um suor de sangue.

Ó Jesus, Vós que sois o consolo dos aflitos, de onde vem essa desolação? Vós que sois a força dos fracos, de onde vêm esse abatimento e essa tristeza mortal? Não é da visão dos opróbrios nem dos suplícios que Vos prepararam; eles sempre foram o objeto de vossos ardentes desejos. Entre as mãos dos carrascos, preso à coluna, pregado na cruz, estareis tranquilo; uma paz suave e calma reinará em vosso semblante. O que é, então, que pode Vos perturbar, Vos afligir, Vos atormentar com tanta violência, no momento de realizar esse batismo de sangue que tanto desejastes?

Ah! O que afligia a Jesus é que, antes de expiar, pela efusão de seu sangue, todos os pecados do mundo, de que se encarregara, era preciso que o seu coração sentisse uma dor que igualasse a enormidade de tanta iniquidade, e que correspondesse à soberana majestade de Deus, por ela ofendida; era preciso que a alma inocente de Jesus sentisse, pela força de sua dor, o ódio que Deus tem ao pecado, para que ele passasse de seu coração para os nossos um arrependimento agudo, uma dor amarga, um ódio, uma detestação do pecado que fosse o caráter essencial da penitência cristã.

VI. Tomemos cuidado, num sacramento que, depois do batismo, é o único recurso dos pecadores, que é um remédio cujo uso nos cura ou nos envenena, que nos justifica aos olhos de Deus ou nos torna mais criminosos; tomemos cuidado para não tomarmos a aparência pela realidade. Toda penitência que não é a mesma que a de Jesus Cristo, nosso Salvador, nosso chefe e nosso modelo, é uma penitência inútil, uma penitência reprovada. A dilaceração do coração, a aflição profunda, o arrependimento amargo, em suma,a detestação do pecado foi a alma da penitência do Salvador, e deve ser a nossa. Assim foi a contrição que partiu o coração de Davi e que ele exprimiu por uma só palavra que escapou de sua alma aflita: peccavi Domino, pequei contra o Senhor. Foi assim a contrição da pecadora Madalena, que transformou seus olhos em duas fontes de lágrimas; foi assim aquela em que um olhar de Jesus penetrou no coração de seu apóstolo infiel. Tudo o mais, a triste visão dos pecados e sua enormidade, as confissões humilhantes, as confusões externas, as mortificações, a crucificação da carne, são frutos da penitência, são riachos que fluem dessa fonte de amargura em que o coração penitente deve mergulhar; são os ramos dessa árvore de vida arraigada no coração de Jesus penitente, para penetrar no coração dos pecadores penitentes e nele produzir obras de salvação.

Ó Jesus, que Vos tornastes penitente por mim, que sois o único modelo dos verdadeiros penitentes, que chorastes, que detestastes meus pecados antes mesmo que eu os conhecesse, fazei que eu os chore, os deteste convosco e como Vós. Minha contrição sem a vossa não teria nenhum mérito; seria apenas o movimento de um membro morto separado de sua cabeça. Vossa contrição sem a minha seria funesta para mim: ela me tornaria culpado do sangue que derramastes para apagar pecados que eu não detestaria. O abuso desse sangue precioso que a penitência fez correr de vossas veias gritaria vingança contra um pecador impenitente ou falsamente penitente.

Abbé Grou, La Science Pratique de la Croix, Paris, 1832, p. 29 a 36.

"Deus" ama os nossos pecados: o Mal entronizado no Vaticano


Eis que se abre o último selo e a besta se revela em toda a sua imundície: o "deus" de Jorge Bergoglio ama os pecados.

Eis invertida a inteira teologia, eis entronizado no mais alto da hierarquia vaticana o Baixíssimo.

Segundo os Padres, Jesus Cristo, Nosso Deus e Nosso Salvador, chorou lágrimas de sangue no Horto das Oliveiras, não porque temesse os mal-tratos que sabia aconteceriam. Para isso Se encarnara. As lágrimas de sangue jorravam por causa do espetáculo pavoroso de nossos pecados, motivo de ódio e da ira do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ódio tamanho que para aplacá-lo foi necessária a horrenda morte do Filho de Deus na Cruz.

Mas, no bergoglismo, pelo contrário, "deus" ama nossos pecados:  também nós devemos amá-los, portanto.  Daí a clara preferência do antipapa pelas abortistas seriais, pelos ateus, pelos sodomitas; daí seu ódio ao Catolicismo, a todos os que procuram evitar o pecado, levando uma vida santa e conforme aos preceitos evangélicos, Daí seu ódio à doutrina que denuncia o seu gigantesco e satânico erro.

Com a falsa misericórdia bergogliana, fica apagada qualquer distinção entre o bem e o mal, entre a santidade e o pecado, entre o puro e o imundo.

Eis porque o antipapa proclama o fim das penas eternas no Inferno: se os pecados são amados, como seriam castigados?

Assim, o bergoglismo cai muito abaixo de todas as seitas heréticas e até da grande maioria das religiões não cristãs que mantêm clara a distinção entre o bem e o mal, entre o pecado e a pureza e a santidade.

Só em duas religiões o pecado enquanto tal é amado por "deus": no bergoglismo e no satanismo.

Mas serão mesmo duas religiões diferentes?