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sábado, 16 de janeiro de 2016

Elisabetta Frezza: a teoria do gênero e os poderes deste mundo



Magnífica conferência da jurista italiana, Doutora Elisabetta Frezza, acerca da teoria do gênero e daqueles que a organizam e financiam, seus objetivos, estratégias e meios. Em italiano. Uma análise exaustiva, de grande rigor teórico.
Imperdível para os que compreendem o italiano. É longa, mas vale a pena.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Berggy e a religião mundial única



Todas as religiões são iguais: cada uma encontra deus a seu modo.
Ou seja, todas são falsas, principalmente o Catolicismo.
O sacrifício de Jesus Cristo na Cruz foi um inútil ato de fanatismo criptolefebvriano, que é melhor esquecer.

Eis as intenções do antipapa, pelas quais os fiéis deveriam rezar durante o falso Jubileu da falsa Misericórdia.

E o pior, como observa brilhantemente Maria Guarini em seu blog Chiesa e Post Concilio, é que a tal "única certeza" do antipapa no vídeo, "que somos todos filhos de Deus", não passa de um absurdo  segundo a doutrina católica: todos somos CRIATURAS de Deus, mas só a Fé em Jesus Cristo, nosso Deus e nosso Salvador, nos torna filhos de Deus, como aparece claro como o sol no Prólogo do Evangelho de São João: "Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos que o receberam, aos que creem em seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo, 1, 11-13).

Vergonhoso.

Céu e inferno segundo Bergoglio


Sabemos que para o antipapa não há mais inferno, a não ser, talvez, para os católicos. Em compensação, o Céu não passa de umas intermináveis férias na Praia Grande.

Misericórdia!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Antonio Socci e o desastre na popularidade de Jorge Bergoglio



Importante artigo de Antonio Socci sobre a queda maciça de popularidade do antipapa peronista, mesmo na Itália, onde ele é objeto de uma gigantesca campanha promocional junto à grande mídia. Traduzimos abaixo boa parte do texto. O original italiano pode ser lido aqui; há tradução francesa em Benoît et moi (aqui).


A bolha mediática do papa Bergoglio ainda existe. Principalmente nos salões dos que não creem. Mas entre os católicos, 2015 foi, em contrapartida, o ano do esvaziamento, como mostram os desastrosos números sobre a queda abrupta no afluxo de fiéis a seus encontros.

Até o jornal La Repubblica, embora discretamente, teve de admitir: "Os números oficiais fornecidos pelo Vaticano indicam que o início do Jubileu marcou até mesmo um refluxo. O número de peregrinos que participaram das audiências públicas com o papa no mês de dezembro, de fato, caiu sensivelmente em relação ao mesmo mês de 2014: menos 30%, dos mais de 461 mil de um ano atrás para 324 mil."

Menos 30% em um ano, é uma queda vertical. A mesma queda na presença ao Angelus papal: "150 mil peregrinos contra 390 mil no mesmo período de 2014."

A cerimônia de abertura do Jubileu, no dia 8 de dezembro, que foi acompanhada pela metade do público previsto (50 mil pessoas), também foi um fiasco.

La Repubblica escreveu que havia muita gente no Jubileu das famílias. Mas, nesse caso, o número foi inflado por uma razão extrabergogliana: a presença maciça em Roma de milhares de famílias do Caminho Neocatecuminal (as mesmas que encheram a praça de São João de Latrão no dia 20 de junho passado, [para a marcha das famílias*]).

O Vaticano, na realidade, está cada vez mais assustado, porque de dois anos para cá assistimos a uma verdadeiro abandono de Bergoglio.

Quiseram o Jubileu justamente para isso, para tentar inflar a presença de fiéis no Vaticano e demonstrar que "el pueblo unido" está com sua "Revolución".

Nas intenções do promotor do Ano Santo, este devia "maquiar" a derrota, que é, porém, ainda mais evidente quando consideramos esses três anos de papado como um todo (quando, entre outras coisas, não havia a desculpa do medo dos atentados, como em dezembro passado).

Três anos de queda

Nos números sobre a frequência às audiências papais fornecidos pela Prefeitura da Casa Pontifícia - como é tradição - para a centésima audiência de Bergoglio, o mais claro é a queda que se verificou entre o primeiro e o terceiro ano de seu pontificado: 1.548.500 presenças às 30 audiências de 2013, 1.199.000 presenças às 43 audiências de 2014 e - atenção - 400.100 presenças às 27 audiências que tiveram lugar até 26 de agosto de 2015.

Números pavorosos. E a tendência também é confirmada pelo cálculo da participação média nas audiências gerais (...).

O que significa isso? Que ao entusiasmo inicial dos primeiros meses sucedeu uma amarga decepção e, em consequência, o abandono dos encontros papais.

Trata-se de um fenômeno ainda mais espetacular se considerarmos a máquina de propaganda que há três anos vem mitificando o pontífice argentino e - ainda hoje - evita noticiar esse distanciamento maciço em relação ao papa Bergoglio.

Na Igreja, respondem que não se julga a fé pelos números. É verdade. Mas os números se tornam, ao contrário, extremamente importantes quando um pontificado pretende "revolucionar" o catolicismo, prometendo que, assim, trará as pessoas de volta à Igreja.

Quando se desmantela o ensinamento de sempre da Igreja e se proclama o que o mundo quer ouvir, porque - dizem eles - assim se fazem compreender e aceitar pelos homens de hoje, passa a ser obrigatório e decisivo verificar em seguida se o "homem de hoje" mordeu a isca.

Pois bem, acho que desta vez o desmentido dos fatos é espetacular. Os números que mencionei indicam um fracasso total.

Que depois a mídia continue a representar a era Bergoglio com tons triunfantes é algo que torna ainda mais imperativo ir verificar e dizer as coisas tais como são na realidade.

O Jubileu (um estranhíssimo Jubileu onde não se fala sequer em "indulgências" para não chatear os protestantes) foi desejado - como já disse - para camuflar esse abandono em massa.

Para isso, para atrair as pessoas, também se imaginou um acontecimento incompreensível, como a exposição em Roma do corpo de Padre Pio, mas também a canonização de Madre Teresa (dois santos que estão nos antípodas do papa da teologia da libertação).

Mas permanece o fiasco da pretensa "primavera" devida ao "efeito Bergoglio". Tanto que ele se pode observar também na prática dominical das paróquias.

Segundo os mais recentes dados do ISTAT, relativos a 2014, o segundo ano do pontificado bergogliano, a frequência à missa dominical na Itália caiu a 28,8%, quando sob Bento XVI estava acima de 30%.

Assim, existe o efeito Bergoglio, mas invertido: ele não atrai os distantes, mas afasta os próximos.

* Nota explicativa tirada da tradução francesa de Benoît et moi (NT).


Blanc de Saint-Bonnet e o cristianismo 2.0

Antoine Blanc de Saint-Bonnet (1815-1880)

Crer que se possa confiar a justiça e os direitos à simples vontade dos homens: eis o liberalismo; crer que seja possível confiar-lhes a verdade: eis o neocristianismo.
(Blanc de Saint-Bonnet, L'infaillibilité, Paris, NEL, 1956, p. 273)

Vale a pena ler os velhos católicos e suas polêmicas. Fica claro quão pouca novidade têm os Grandes Avacalhadores e os bergoglianos, e como é errado datar do Concílio Vaticano II a origem de todos os males da Igreja de hoje.

sábado, 2 de janeiro de 2016

O Cardeal Müller comenta as heresias bergoglianas


Em entrevista a Die Zeit (tradução francesa aqui e comentário de Socci aqui), o cardeal Müller respondeu à seguinte pergunta do jornalista:

O que dizer dos católicos que atacam o papa, chamando-o de herege?

Eis a resposta:

Não só por dever de ofício, mas também por convicção pessoal, tenho de contestar. Na definição teológica, é herege o católico que nega teimosamente uma verdade revelada e apresentada pela Igreja [also known as dogma]. Algo totalmente diferente acontece quando um ensinamento de fé oficialmente apresentado é talvez exprimido de maneira infeliz, enganosa ou vaga (!!). O magistério do papa e dos bispos não é superior à palavra de Deus, mas a serve. A constituição dogmática sobre a revelação divina do Concílio Vaticano II também sanciona isto.

Como nota Antonio Socci, Müller foi até o limite do possível. Um milímetro a mais e já estaria admitindo o que todos sabem: que Bergoglio é de fato herege polimorfo. Mas aí o cardeal alemão teria que pôr sobre os ombros a Cruz da inimizade dos poderosos deste mundo, que adotaram Jorge Bergoglio em troca do mais absoluto servilismo ao diktat wall-streetiano. E isso, ele muito provavelmente não está disposto a fazer.

Vale notar que a resposta do cardeal é, em si, absolutamente ridícula. Ou será que ele nos quer fazer crer que um cardeal jesuíta não sabe que  negar as penas eternas dos pecadores impenitentes e afirmar que a alma morre junto com o corpo é heresia das mais brabas! E quando contestado das mais diversas formas sobre o que declarou, o antipapa permaneceu calado. Ora, quem cala, consente, e esse silêncio transforma o que podia ser uma heresia meramente material em heresia formal. É a isso que se refere a definição de herege citada pelo cardeal, quando fala em teimosamente.

Mas não! Tudo isso é só um engano, uma expressão infeliz ou vaga!

Vá plantar batata, Cardeal. Kartoffel, no caso.

O que fica bem claro com a resposta de Müller é que o antipontificado do rotariano argentino está por um fio: a única coisa que o mantém ainda de pé é a covardia dos purpurados, que fazem todo tipo de contorcionismo e malabarismo para fingirem que não veem que o rei está nu. Mas isso vai durar até quando?

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Bergoglio 666: o número da Besta


Interessante, embora não propriamente surpreendente, descoberta do blog italiano mi-chael acerca de uma coincidência - mais uma! - envolvendo o nosso querido antipapa.

Se usarmos a tabela ASCII de caracteres:

A = 65,  B = 66,  C = 67, D = 68,  E = 69, F = 70, G = 71, H  = 72,  I = 73,   J = 74,  K = 75, L = 76,  M = 77, N = 78, O = 79,  P = 80,  Q = 81, R = 82, S = 83, T= 84, U= 85, V= 86, W= 87, X= 88, Y = 89, Z = 90

e a aplicarmos ao nome do energúmeno rotariano, Bergoglio, somando as letras, teremos:

(B) 66 + (E) 69 + ( R ) 82 + (G) 71 + (O) 79 + (G) 71 + (L) 76 + (I) 73 + (O) 79

que dá, surprise, 666. O número da Besta.
Que coincidência!
Apocalypse now meeesmo!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Vídeo ortodoxo revela ódio do antipapa à Cruz



Impressionante vídeo em que fica claro o ódio do antipapa à Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
As primeiras cenas mostram a cerimônia da Quarta-Feira de cinzas, em que o sacerdote marca com as cinzas uma cruz na testa dos fiéis. O mesmo ocorre com o óleo na Crisma: os gestos são bem claros e a Cruz fica bem evidente. Isso quando o ritual é conduzido por um sacerdote ou um bispo cristão.
Em seguida, são mostradas cenas dos mesmos rituais conduzidos pelo antipapa. A Cruz sumiu!
Impressionante.
Mais uma prova da inimizade profunda entre o antipapa e Cristo.
E os senhores cardeais continuam calados, assistindo de camarote à destruição da Fé que juraram defender com o próprio sangue!
Que vergonha.

O padre Manuel Bernardes e a falsa misericórdia


A porta do Céu é estreita, não cabe quem se não encolhe. Não é louvável e segura a confiança com que alguns espíritos pouco exercitados passam por esta incerteza da salvação ao de leve, com uma tácita suposição de que Deus está propiciado de seus pecados e lhes há de dar final graça. Bom é esperar, mas não é bom presumir, e pode ir misturada alguma coisa de presumir neste ato de esperar.
(Nova Floresta, V, 279)

domingo, 27 de dezembro de 2015

Santo Estêvão, protomártir

Il Martirio de Santo Stefano, de Giorgio Vasari

Ontem, dia de Santo Estêvão, o protomártir lapidado pelos judeus que ele queria converter.
Inútil martírio. Hoje, a igreja de Jorge Bergoglio declara que os judeus não precisam converter-se para salvar-se (aqui).
Ao que parece, basta a conta corrente.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Marc-Antoine Charpentier (1643-1704): Missa do Galo



Messe de Minuit pour Noël.
Aradia Ensemble, regente Kevin Mallon.



E, brinde de Natal, a Pastorale sur la Naissance de Notre Seigneur Jésus Christ, do mesmo Charpentier, com o Ensemble Vocal et Instrunental "les Arts Florissants", sob a regência de William Christie.

Felicem Nativitatis diem! Invitus antipapa!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O antipapa às moscas


Foto da Audiência Geral do antipapa, de 2 de dezembro de 2015. Completamente às moscas, apesar do amplo apoio ao antipapa da parte dos poderes deste mundo, financeiros e políticos, e da consequente onda de propaganda nos meios de comunicação de massas controlados por esses mesmos poderes.

A estratégia do "tudo pelo Ibope" parece não estar dando grandes resultados. Mesmo assim, parece estar longe de terminar. Um exemplo é a anunciada canonização do padre Cícero, o valente sacerdote anticomunista que continua, contra ventos e marés, sendo objeto da devoção popular no Ceará. Pouco importa ao antipapa se o velho Padim Ciço defendia posições diametralmente opostas à da seita bilderbergogliana. O que vale é  o Ibope!

Sugerimos, portanto, ao antipapa que considere a grande popularidade de que goza Satanás na população da nossa Sodoma globalizada. Observe as estampas na camiseta dos jovens e não tão jovens, as letras das música pop, etc.  O resultado pode ser um só: a iminente e misericordiosa canonização de São Lúcifer, com todas as pompas, no Vaticano de Jorge Bergoglio. Quem sabe assim o velho Berggy consiga encher a praça de São Pedro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Da Imaculada ao ponto G: Antipapa promove e abençoa congresso de ginecologia estética no Vaticano


É o que denunciam, entre outros, o blog Messa in Latino, Benoît et Moi e até o Daily Mail.
O Congresso se reunirá no Institutum Patristicum Augustinianum, e tratará de matérias de profundo interesse patrístico: como aumentar e estimular o ponto G para uma vida sexual mais wild, novos horizontes na reconstrução vaginal, como aumentar os lábios vaginais com transplante de gordura e tecidos, técnicas de rejuvenescimento vaginal, lifting do clitoris, cosmética vaginoplástica e sex therapy. O programa completo (no pun intended) do Congresso pode ser visto aqui. Aqui, a página oficial do Congresso.

A participação dará direito a ingressos VIP para a audiência do antipapa, para a missa negra em Santa Marta e a uma bênção especial para o Congresso do próprio sucessor de Judas, além de acesso a lugares reservados da cidade do Vaticano. Uau!

Como se vê, agora é mesmo oficial: Roma já é de novo a grande meretriz apocalíptica. Faltam só os anjos com suas trombetas.

PS: O lendário padre Lombardi, porta-voz do antipapa, teria negado ao site bergogliano Il Sismografo que o tal Congresso aconteceria no Vaticano, sem mais explicações. Fica o registro. O fato é que as instituições que promovem o Congresso existem realmente, assim como os cirurgiões anunciados no programa, e que o evento é noticiado em vários sites especializados na Internet. Além disso, o programa continua sendo exibido nos sites oficiais dos patrocinadores.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Definição de bergoglite


Bergoglite sf: Câncer da fé e do senso moral, letal, que leva à morte espiritual em minutos. Os sintomas principais são a heresia polimorfa, a homofilia grave, acompanhada de delírios politicamente corretos e de comprometimento grave da capacidade de falar verdade e de se comportar com lealdade. A única terapia conhecida é o exorcismo. A transmissão é feita normalmente pela nomeação a cargos eclesiásticos, sobretudo episcopais e cardinalícios, mas na  literatura também são relatados casos de infecção por sodomia passiva.

domingo, 13 de dezembro de 2015

O Abbé Grou responde à falsa misericórdia de Jorge Bergoglio


Neste dia funesto em que um falso papa abre um falso jubileu em nome de uma falsa misericórdia, sob a tríplice falsidade de uma doutrina que ousa afirmar que "deus" ama nossos pecados, faz-se urgente uma resposta cristã a tamanha iniquidade e traição.
Por isso publicamos hoje uma meditação do padre jesuíta (repito, jesuíta!) Grou, em seu maravilhoso livrinho La Science pratique de la Croix, hoje esquecido, mas uma joia da espiritualidade católica pós-tridentina.

Nela é exposta sem meias palavras a essência da verdadeira penitência, que é o ÓDIO ao pecado, o contrário exato do bergogliano amor ao pecado.

Aqui vai o texto, traduzido direto do original francês por este Vosso servo:

I. O pecado é o maior de todos os males, pois é o mal de Deus: mas ele não é para o pecador a maior de suas infelicidades, pois a misericórdia divina fez que até o pecado contribuísse para a sua santificação e entrasse na ordem de sua feliz predestinação. Sua maior desgraça é a impenitência no pecado; e, para os pecadores em que a fé desperta os remorsos da consciência e que fazem alguns esforços, dão alguns passo no sentido da conversão, sua desgraça, maior que todos os pecados deles juntos, é a falsa penitência, tão facilmente confundível com a verdadeira; essa penitência enganosa que os adormece no pecado e lhes inspira uma confiança presunçosa em meio ao perigo certo de uma eterna danação. Nada mais comum que a falsa penitência; nada mais raro que a verdadeira. Os demônios, todos os reprovados são penitentes no inferno: os cristãos que vivem no hábito do pecado são amiúde penitentes durante suas desordens. No leito de morte, os maiores pecadores a que resta alguma fé, apavorados com o medo dos juízos de Deus, abrem seus corações para os mais vivos sentimentos de penitência. Não são, em sua maioria, senão falsos penitentes, que parecem vivos aos olhos dos homens e que estão mortos aos olhos de Deus.

Ó Meu Salvador, Vós que sois a fonte e o modelo da verdadeira penitência, ensinai-me qual é o seu caráter essencial; não deixeis que eu pereça pelo uso de um remédio que deve curar-me e salvar-me; não permitais que uma falsa penitência se una a tantos outros pecados, para se tornar contra mim um novo artigo de condenação.

II. Um coração culpado, envergonhado de si mesmo e entregue à confusão decorrente da infâmia de seus pecados; um coração dilacerado pelos remorsos mais agudos nem sempre é um coração penitente. Uma alma a que nada escapa no exame de seus pecados, que faz deles uma confissão sincera, uma acusação humilhante, que se submete a uma reparação pública, a uma satisfação dura, nem sempre é uma alma penitente. Tudo isso são só exterioridades, o lado de fora da penitência: são, por assim dizer, os seus efeitos, seus frutos e suas obras; mas tudo isso pode ser separado da penitência cristã que nos justifica aos olhos de Deus; tudo isso pode vir de outra fonte do que o coração de Jesus, cuja penitência deve animar e santificar a nossa. Quem pareceu mais penitente que o ímpio Antíoco? Golpeado pela mão de Deus, ele reconhece a enormidade de seus crimes; seus olhos choram-nos, sua língua detesta-os; faz deles uma confissão pública e humilhante; quer reparar suas desordens. Ao vê-lo e ouvi-lo, é um homem humilhado, contrito, consternado diante do Senhor; no entanto, Antíoco morre como reprovado e não obtém a misericórdia que pede com tanta sofreguidão. Quem pareceu mais penitente que Judas? Ele sentiu toda a grandeza de seu crime; seu coração foi tocado por um arrependimento amargo; ele o confessou em voz alta: eu pequei, disse ele, ao entregar o sangue do Justo; ele o reparou por uma retratação pública; restituiu o preço indigno de seu deicídio; Judas, porém, tão contrito, tão humilhado, morreu na impenitência e no desespero.

III. Qual é, então, essa verdadeira penitência, tão importante para a minha salvação eterna, que não deve ser confundida com a falsa? Quem nos ensinará isso será a cruz de Jesus Cristo. Vem, minha alma, aos pés de Jesus crucificado, penetra em seu coração adorável, que se tornou penitente para todos os corações culpados. Para ser agradável a Deus, é com base nesse divino modelo que tua penitência deve ser formada; ela deve fluir e participar dele. Toda penitência que não flui dessa fonte, toda penitência que não é assinalada pelos traços da penitência de Jesus Cristo, que é o único Salvador, o único modelo dos pecadores penitentes, é uma penitência de reprovado.

IV. Jesus Cristo, que se encarregara de todos os pecados do gênero humano, para destruí-los em nossos corações e deles fazer a Deus uma justa reparação, carregou em seu corpo inocente e em sua pessoa divina a sua pena exterior. Ele os expiou, satisfez à justiça divina com suas humilhações, seus sofrimentos e a efusão de todo o seu sangue. Mas nem os opróbrios, nem os sofrimentos, nem a morte sangrenta são a penitência que destrói o reinado do pecado em nossos corações e nele estabelece o de Deus. Os reprovados impenitentes no inferno são mais atormentados do que Jesus Cristo ao longo de sua penitência. Tudo isso é apenas a consequência da penitência do Salvador; são apenas seus efeitos salutares.

V. É no jardim da amargura, em que Jesus se retirou pouco antes de sua paixão exterior, que O vemos penitente, como devemos nós mesmos ser. É lá que uma dor viva e penetrante se apodera de sua alma. A tristeza, o langor, as penas mais cruéis dilaceram seu coração. Ele geme, suspira, sucumbe sob o peso de suas aflições. Trava em sua santa alma combates violentos que mal consegue suportar, que O jogam numa agonia mortal, que fazem jorrar de suas veias um suor de sangue.

Ó Jesus, Vós que sois o consolo dos aflitos, de onde vem essa desolação? Vós que sois a força dos fracos, de onde vêm esse abatimento e essa tristeza mortal? Não é da visão dos opróbrios nem dos suplícios que Vos prepararam; eles sempre foram o objeto de vossos ardentes desejos. Entre as mãos dos carrascos, preso à coluna, pregado na cruz, estareis tranquilo; uma paz suave e calma reinará em vosso semblante. O que é, então, que pode Vos perturbar, Vos afligir, Vos atormentar com tanta violência, no momento de realizar esse batismo de sangue que tanto desejastes?

Ah! O que afligia a Jesus é que, antes de expiar, pela efusão de seu sangue, todos os pecados do mundo, de que se encarregara, era preciso que o seu coração sentisse uma dor que igualasse a enormidade de tanta iniquidade, e que correspondesse à soberana majestade de Deus, por ela ofendida; era preciso que a alma inocente de Jesus sentisse, pela força de sua dor, o ódio que Deus tem ao pecado, para que ele passasse de seu coração para os nossos um arrependimento agudo, uma dor amarga, um ódio, uma detestação do pecado que fosse o caráter essencial da penitência cristã.

VI. Tomemos cuidado, num sacramento que, depois do batismo, é o único recurso dos pecadores, que é um remédio cujo uso nos cura ou nos envenena, que nos justifica aos olhos de Deus ou nos torna mais criminosos; tomemos cuidado para não tomarmos a aparência pela realidade. Toda penitência que não é a mesma que a de Jesus Cristo, nosso Salvador, nosso chefe e nosso modelo, é uma penitência inútil, uma penitência reprovada. A dilaceração do coração, a aflição profunda, o arrependimento amargo, em suma,a detestação do pecado foi a alma da penitência do Salvador, e deve ser a nossa. Assim foi a contrição que partiu o coração de Davi e que ele exprimiu por uma só palavra que escapou de sua alma aflita: peccavi Domino, pequei contra o Senhor. Foi assim a contrição da pecadora Madalena, que transformou seus olhos em duas fontes de lágrimas; foi assim aquela em que um olhar de Jesus penetrou no coração de seu apóstolo infiel. Tudo o mais, a triste visão dos pecados e sua enormidade, as confissões humilhantes, as confusões externas, as mortificações, a crucificação da carne, são frutos da penitência, são riachos que fluem dessa fonte de amargura em que o coração penitente deve mergulhar; são os ramos dessa árvore de vida arraigada no coração de Jesus penitente, para penetrar no coração dos pecadores penitentes e nele produzir obras de salvação.

Ó Jesus, que Vos tornastes penitente por mim, que sois o único modelo dos verdadeiros penitentes, que chorastes, que detestastes meus pecados antes mesmo que eu os conhecesse, fazei que eu os chore, os deteste convosco e como Vós. Minha contrição sem a vossa não teria nenhum mérito; seria apenas o movimento de um membro morto separado de sua cabeça. Vossa contrição sem a minha seria funesta para mim: ela me tornaria culpado do sangue que derramastes para apagar pecados que eu não detestaria. O abuso desse sangue precioso que a penitência fez correr de vossas veias gritaria vingança contra um pecador impenitente ou falsamente penitente.

Abbé Grou, La Science Pratique de la Croix, Paris, 1832, p. 29 a 36.

"Deus" ama os nossos pecados: o Mal entronizado no Vaticano


Eis que se abre o último selo e a besta se revela em toda a sua imundície: o "deus" de Jorge Bergoglio ama os pecados.

Eis invertida a inteira teologia, eis entronizado no mais alto da hierarquia vaticana o Baixíssimo.

Segundo os Padres, Jesus Cristo, Nosso Deus e Nosso Salvador, chorou lágrimas de sangue no Horto das Oliveiras, não porque temesse os mal-tratos que sabia aconteceriam. Para isso Se encarnara. As lágrimas de sangue jorravam por causa do espetáculo pavoroso de nossos pecados, motivo de ódio e da ira do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ódio tamanho que para aplacá-lo foi necessária a horrenda morte do Filho de Deus na Cruz.

Mas, no bergoglismo, pelo contrário, "deus" ama nossos pecados:  também nós devemos amá-los, portanto.  Daí a clara preferência do antipapa pelas abortistas seriais, pelos ateus, pelos sodomitas; daí seu ódio ao Catolicismo, a todos os que procuram evitar o pecado, levando uma vida santa e conforme aos preceitos evangélicos, Daí seu ódio à doutrina que denuncia o seu gigantesco e satânico erro.

Com a falsa misericórdia bergogliana, fica apagada qualquer distinção entre o bem e o mal, entre a santidade e o pecado, entre o puro e o imundo.

Eis porque o antipapa proclama o fim das penas eternas no Inferno: se os pecados são amados, como seriam castigados?

Assim, o bergoglismo cai muito abaixo de todas as seitas heréticas e até da grande maioria das religiões não cristãs que mantêm clara a distinção entre o bem e o mal, entre o pecado e a pureza e a santidade.

Só em duas religiões o pecado enquanto tal é amado por "deus": no bergoglismo e no satanismo.

Mas serão mesmo duas religiões diferentes?

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Papa e o antipapa: Bento XVI não mostra submissão



Sempre que seu antipontificado periga e que ameaça ficar óbvio demais que sua presença no Vaticano não passa de uma grosseira usurpação, o antipapa recorre aos convites a Bento XVI, como para mostrar com isso a própria legitimidade.

 Das outras vezes, chegou a obrigar o Papa a retirar o solidéu em sinal de submissão. Foi assim logo que saiu o livro de Antonio Socci, por exemplo. Como se um "argumento" desse tipo pudesse garantir a legitimidade de um papado. Coisas do energúmeno peronista.

 Hoje, porém, Bento XVI não se submeteu ao antipapa, e permaneceu de cabeça coberta do começo ao fim. Mesmo com a liberdade tolhida por Deus sabe que pressões e chantagens, o Papa resiste. Os tempos estão mudando...

 Note-se o brutal contraste entre as duas figuras: a nobreza inata do Papa ante a vulgaridade essencial do antipapa. Bento XVI rouba absolutamente a cena, e se não fosse pelo traje papal, o antipapa poderia ser tomado pelo faxineiro de São Pedro, saudado por simples condescendência pelo Sumo Pontífice. E foi mais ou menos isso que aconteceu, mesmo.

O que está escrito sobre a porta da falsa misericórdia bergogliana


Per me si va nella città dolente,
per me si va nell'eterno dolore,
per me si va tra la perduta gente.

Giustizia mosse il mio alto fattore:
fecemi la divina potestate,
la somma sapienza e 'l primo amore;

dinanzi a me non fuor cose create
se non eterne, ed io eterno duro.
Lasciate ogni speranza, voi ch' entrate. 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cuidado com o falso Jubileu bergogliano!


Alguns blogs de respeito têm sugerido a participação, sim, no Jubileu da Misericórdia, desde que se respeitem as condições tradicionais para a obtenção das indulgências.

Gravíssimo erro.

Primeiro, porque se trata de um jubileu inválido, convocado por um antipapa que não tem nenhuma autoridade para isso.

Depois, porque entre as condições estipuladas está a oração pelas intenções do antipapa, que consistem essencialmente, como sabemos, na destruição da Igreja Católica tal como a conhecemos.

Ora, rezar pela destruição da Igreja é pecado gravíssimo.

Assim, quem participar do falso jubileu, mesmo que com a melhor das intenções, não só vai ficar sem a absolvição das penas temporais, como cometerá pecado gravíssimo e, se comungar, estará cometendo sacrilégio.

Mais um dos doces frutos de tão adorável antipontificado...

PS 9/1/2016: Com o lançamento do vídeo em que o antipapa explicita quais são as suas heréticas e blasfemas intenções de oração (aqui), fica comprovado que os católicos devem abster-se, sob pena de pecado grave, de participar do falso jubileu convocado pelo falso papa. Não há mais dúvida possível.

domingo, 18 de outubro de 2015

Sermão para o XXI domingo depois de Pentecostes



Corajoso e comovente sermão do padre espanhol Alfonso Gálvez para o Evangelho de hoje (Mt 18, 23-35), que pode ser lido aqui no original espanhol, no bom site Adelante la fé.

A homilia do padre Gálvez demonstra com eloquência o estado de espírito dos bons católicos que ainda creem na validade do antipontificado peronista diante da avalancha destruidora do bergoglismo: desolação, angústia, quase desespero. A imagem de que se vale é a do naufrágio do Titanic e dos músicos que continuam a tocar, absurdamente...

Bastaria, porém, considerar com maior atenção os signos dos tempos e veriam que tudo isso é uma farsa, que a Igreja continua protegida pelo Espírito Santo e que Jesus Cristo não mentiu ao chamar Cefas de Pedro.

Bergoglio é só mais um antipapa, e a revelação da farsa é só uma questão de tempo.

É possível que, com a deterioração do cenário eclesial, Bento XVI reavalie a situação e, diante do colapso da Igreja, resolva contar tudo o que sabe e desafiar as pressões, reassumindo as rédeas do pontificado. Que Deus o ilumine!

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.



21º Domingo depois de Pentecostes
(Mt 18: 23-35)
Embora o evangelho de hoje nos fale do perdão das ofensas, pôr-se a falar disso nestes momentos da Igreja seria como se uma cidade tivesse sido invadida por um bando de foragidos e o prefeito só se preocupasse em que se jogasse o lixo nos cestos adequados.
Está a Igreja em estado de sítio, e o ataque definitivo está prestes a acontecer. O que se está realmente tentando fazer é acabar com a fé da Igreja. No fundo, tentam criar uma nova igreja, uma nova religião; a religião do homem. Todas estas afirmações, embora possam parecer exageradas, nada mais são que a realidade; senão, vejamos os fatos: a ideologia do gênero, a indissolubilidade do matrimônio, o lobby gay no Vaticano. É uma autêntica infiltração diabólica nas mais altas esferas da hierarquia eclesiástica… E enquanto isso, como no Titanic, os músicos continuam tocando, como se nada estivesse acontecendo.
Ante todo este mal que nos rodeia, resta-nos a autêntica devoção á Eucaristia, o carinho à Virgem Maria…
Como no naufrágio do Titanic, os músicos continuavam tocando enquanto as caldeiras explodiam e o navio continuava afundando. Por fim, também os  músicos morreram, mas sua morte serviu para alguma coisa: para manifestar a justiça de Deus e também sua misericórdia… “E haverá um céu novo e uma terra nova onde residirá a justiça… Enxugará Deus as lágrimas dos olhos… e já não haverá morte”.

Infalibilidade manipulante


Em mais um vigoroso passo adiante na demolição da Igreja de Cristo, o antipapa rotariano insiste em seu último discurso na heresia de que o verdadeiro sujeito da infalibilidade na Igreja é o "povo de Deus", a cujo diktat devem curvar-se todas as outras instâncias eclesiais.

Em tempos de manipulação das massas em escala mundial, tal doutrina só pode vir de um canalha ou de um imbecil, ou de alguém que reúna os dois predicados, como o atual antipapa.

Como é possível não ver que atribuir infalibilidade às massas manipuladas é dar infalibilidade aos manipuladores, no caso, ó coincidência, figadais inimigos de Cristo e sua Igreja?

Cesare Baronio rides again


Com prazer anunciamos a volta à ativa de Cesare Baronio, o Cardeal virtual da Tradição italiana, em seu blog Opportune Importune. Em italiano, salpicado do mais puro latim.

Calado nos últimos tempos, Cesare Baronio faz de novo ouvir sua voz marmórea e ortodoxíssima num momento crucial da história da Igreja. Ele é o Bossuet da Web, mas sem perder o humor.

Como dizia Pascal diante dos casuístas jesuítas de seu tempo, há enormidades que só podem ser combatidas eficazmente com a ironia.

Se esse era o caso ante os relativamente tímidos precursores molinistas do antipapa rotariano, imaginem agora ante o elvis-bergoglismo hardcore das monsenhoritas, com ou sem peruquinha, reunidas no Sinédrio contra família para destruir válida, lícita, paterna e misericordiosamente a Igreja de Cristo, sempre num ambiente de respeito, cortesia e elegância!

Dá-lhe Baronio. ;))

sábado, 17 de outubro de 2015

Cardeal Danneels e a homossexualização de Deus

Danneels com o antipapa já no terraço de São Pedro no dia da eleição

Como informamos aqui, já há vinte anos Malachi Martin denunciava, em seu genial romance Windswept House, a máfia de Saint-Gall, sociedade secreta formada por altos prelados satanistas para derrubar, na época, João Paulo II - o que não conseguiram - e, mais tarde, Bento XVI, o que conseguiram, pelo menos em parte, ao forçarem sua renúncia e elegerem o antipapa peronista.

Hoje essa conspiração não é mais segredo, tendo já sido admitida abertamente por um dos seus chefes, o cardeal belga Danneels.

Como reconhecimento pelos serviços prestados na destruição da Igreja, Bergoglio nomeou Danneels para o Sinédrio contra a família. Nada mais justo. É a lei do cão, toma lá, dá cá. Já no terraço vaticano, logo depois do habemus papam, o sinistro Danneels aparecia ao lado de Bergoglio, como um abutre de mau agouro.

E eis que sai publicada agora a intervenção de Danneels no plenário do Sínodo (aqui).

Nela é levada a extremos inimagináveis a agenda do lobby gay bergogliano. O inefável purpurado belga, comprometido até o pescoço no acobertamento (pelo menos) de escândalos de pedofilia em seu país, propõe nada menos do que a homossexualização de Deus, já não mais apresentado como Pai, mas como mãe. E para completar o quadro e deixá-lo literalmente como o diabo gosta, sobre a verdadeira Mãe, Maria Santíssima, nem uma palavra. Tudo, é claro, em nome da "misericórdia".

Eis o texto:

O "lugar da misericórdia" é um espaço onde reina a ternura do coração, uma atmosfera que se assemelha ao calor do seio materno. É uma ternura que supera até a que reina na intimidade dos esposos. Onde habita Deus, a atmosfera é, de fato, de intimidade maternal: Deus escuta, fala, cura e cuida, perdoa como uma mamãe. Mesmo se para seu filho a situação é insolúvel, a mamãe descobre como ser mamãe.

Foi assim já em Sodoma, com os resultados conhecidos.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Acreditem se puderem: antipapa faz sermão contra a hipocrisia



Berggy é inesgotável.

Quando julgamos que já chegou ao fundo do poço, lá vem ele com mais uma para nos surpreender.

Desta vez, em sermão em Santa Marta, o antipapa peronista detona nada menos que... a hipocrisia dos que não falam claro. Acreditem se puderem (Fonte News.va).

A hipocrisia é a maneira de viver, de agir, de falar que não é clara. Talvez sorri, talvez é sério ... Não é luz, não é escuridão ... Move-se de uma forma que parece não ameaçar ninguém, assim como a serpente, mas tem o fascínio do claro-escuro. Tem o fascínio de não ter as coisas claras, de não dizer as coisas claramente; o fascínio da mentira, das aparências.

Melhor descrição de seu próprio discurso, impossível.


Mas, como sabemos, Berggy não liga a mínima para a coerência e faz questão de insultar diariamente a inteligência dos que o rodeiam.


Só nos resta rir para não chorar.

Aleluia: um prelado católico no Sínodo contra a família, Dom Tomasz Peta


Em meio às misericordiosas heresias e ao frufru das elegantes peruquinhas de tantas monsenhoritas que monopolizam o Sinédrio contra a família, eis que se ergue a voz católica de um prelado de verdade. É o que se pode ler em Voice of the Family , a quem o arcebispo deu a autorização para publicar a sua intervenção de três minutos do dia 10:

Disse o Beato Paulo VI em 1972:

"Por alguma brecha o fumo de Satanás entrou no templo de Deus".

Estou convencido de que foram proféticas essas palavras do Santo Padre, autor de "Humanae Vitae". Durante o Sínodo, no ano passado, "o fumo de Satanás" tentou entrar na aula de Paulo VI.

A saber:

1. A proposta de admitir para a Sagrada Comunhão os que estão divorciados e vivem novas uniões civis;
2. A afirmação de que a coabitação é uma união que pode ter em si mesma algum valor;
3. A defesa da homossexualidade como algo supostamente normal


Alguns padres sinodais não entenderam corretamente o convite do papa Francisco a uma discussão aberta e começaram a propor ideias que contradizem a bimilenar Tradição da Igreja , arraigada na Palavra Eterna de Deus. Infelizmente, ainda podemos sentir o cheiro desse "fumo infernal" em alguns artigos do Instrumentum Laboris e também nas intervenções de alguns padres sinodais este ano.

A meu ver, a principal tarefa de um Sínodo consiste em apontar mais uma vez para o Evangelho do matrimônio e da família, ou seja, aos ensinamentos de Nosso Salvador. Não é permitido destruir o fundamento - destruir a pedra.

Ilumine a todos nós o Espírito Santo, que sempre vence na Igreja, na busca do verdadeiro bem para as famílias e para o mundo.

Maria - Mãe da Igreja, rogai por nós!

- Tomasz Peta
Arcebispo de Astana (Cazaquistão)

É bem verdade que ainda se fazem ouvir aqui e ali na mensagem do valente prelado algumas notas em falsete, como quando se refere ao beato Paulo VI ou às incompreendidas boas intenções do antipapa, mas tudo isso se pode atribuir, com boa vontade, aos efeitos do fumaréu bergogliano que empesta a aula sinodal e entope as vias respiratórias do bom arcebispo.

A Igreja precisa hoje mais do que nunca de um líder que lhe devolva a unidade partida desde que Bento XVI cedeu às pressões bergoglianas e teve de se afastar do exercício ativo do ministério petrino.

E é do Cazaquistão que parece vir a voz mais autorizada para reunir o rebanho disperso pela alcateia do rotariano argentino.

Aliás, de Peta a Petra e Petrus a distância não parece ser muito longa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Antipapa quase infarta ao saber de carta de cardeais contra a manipulação do Sínodo


Noticia o site jornalístico Affari Italiani que o antipapa teve um ataque de raiva misericórdia quando leu a carta dos 13 cardeais que reclamaram da manipulação do Sínodo contra a família. A pressão foi ao teto, com um ataque de taquicardia que exigiu a intervenção médica.

"Se é assim, podem ir embora. A Igreja não precisa deles, ponho todos no olho da rua!" teria dito, em sua infinita misericórdia, o antipapa rotariano, para quem, provavelmente, a ira é uma virtude.

É muito provável que tenha sido esse ataque de raiva misericórdia que esteja na origem da cilada armada contra Sandro Magister pelo antipapa, passando-lhe uma cópia adulterada e uma lista de cardeais signatários também incorreta  ( ver aqui, as últimas sobre o assunto por Sandro Magister).

É nesses momentos que o antipapa, a descoberto do escudo mediático destilado em Wall Street, engarrafado em Hollywood e distribuído em Roma, mostra seu monstruoso rosto de verdade.

Por outro lado, a ameaça antipapal não deixa de ser uma esperança: com esses 13 cardeais expulsos, poderia haver um recomeço de vida na Igreja, longe de Bergoglio e seus cardeais, com ou sem peruquinha.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Bergoglio: explicação alternativa


Um amigo meu neurologista veio com uma nova explicação para o comportamento errático e estapafúrdio do antipapa rotariano: Alzheimer.
Não tenho competência para discutir o diagnóstico.
Fica anotada a sugestão.

As propostas de Frei Betto e Cia para Bergoglio e o Sínodo contra a família


Aqui.
São elas: defesa do aborto, fim do celibato sacerdotal, ordenação de padras, comunhão para divorciados recasados e casamento gay.
O menu completo.
Só falta o canibalismo.

Dois padres, duas medidas

Arcebispo bergogliano Durocher

Um deles, o padre Nicholas Gregoris, acaba de perder as credenciais que lhe permitiam cobrir o Sínodo contra a família no Vaticano (aqui). A razão? Ousou lembrar ao arcebispo canadense Durocher a doutrina católica sobre o divórcio e a comunhão durante uma entrevista. Pecado mortal na igreja bergogliana, o padre foi posto no olho da rua sem mais explicações e sem direito sequer a um tête à tête com o nefando padre Lombardi, porta-voz oficial das mentiras vaticanas, mesmo sendo sacerdote católico com mais de quinze anos de serviço jornalístico no Vaticano.

O outro, padre Tony Adams, vive tranquilamente nos Estados Unidos com seu marido, com quem está casado há oito anos (aqui e aqui). A crer no que ele afirma, padre Adams jamais recebeu qualquer suspensão da parte do Vaticano ou de qualquer bispo, e percorre os Estados Unidos celebrando casamentos gays entre os seus fiéis católicos e dando entrevistas sobre os seus casos amorosos com bispos, entre elogios entusiasmados ao novo "pontífice".

Eis onde está o poder na igreja bergogliana.


domingo, 11 de outubro de 2015

Seria o antipapa realmente modernista?


Interessantes considerações críticas de um leitor anônimo de Benoît et moi (aqui) acerca de um recente artigo de Alessandro Gnocchi que ataca o "modernismo 3.0" do antipapa (aqui no original italiano ou aqui na tradução francesa) com as armas da encíclica Pascendi de São Pio X.

O autor do artigo nota com muita acuidade que há  contrassenso em assimilar o lixo doutrinal bergogliano ao modernismo que servia de alvo à encíclica Pascendi. Tal modernismo, a "heresia das heresias" segundo Pio X, definia-se pelo intelectualismo e pelo racionalismo, ao passo que o antipontificado bergogliano se caracteriza pelo fideísmo, pela incoerência e pelo ódio a tudo o que mesmo remotamente faça lembrar a inteligência.

Neste sentido, Bergoglio está nos antípodas de um Loisy ou mesmo de um Teilhard ou de um de Lubac.

Berggy está muito mais para Chacrinha que para Ernest Renan.

Não é preciso ser muito perspicaz para reparar que uma Igreja que tem como chefe Bergoglio e no primeiro escalão nulidades como Maradiaga e e o elegante Braz de Elvis não pode ser acusada de intelectualismo e racionalismo.

Já denunciamos várias vezes neste blog a preguiça intelectual que consiste em dilatar indefinidamente o conceito de modernismo para cobrir tudo o que de herético e grotesco se vem passando na Igreja nos últimos cem anos.

Isso é apagar todas as luzes e confundir tudo com tudo, justamente num momento de crise extrema, em que se faz necessária a máxima claridade. Como dizia o velho Aristóteles, e com ele o Doutor Angélico, só se desatam os nós que se veem.



sábado, 10 de outubro de 2015

Paul Claudel, a terra e a felicidade





Car il n'y a d'ordre qu'au ciel, il n'y a de musique sinon là que celle de ce monde empêche d'entendre,
Il n'y a rien sur la terre qui soit fait pour le bonheur de l'homme.

ou seja

Pois não há ordem senão no céu, não há música senão a que aquela deste mundo impede de ouvir,
Nada há na terra que seja feito para a felicidade do homem.

(Le soulier de satin, ed. Pléiade, p. 690).

Como o antipapa tenta destruir a família cristã

Bergoglio ensina a indissolubilidade do matrimônio a um casal de noivos

Minuciosa análise dos Motu Propio do antipapa, por meio dos quais foi destruído o casamento católico e aquilo que dele depende, a família: aqui, em inglês, no Remnant, por Christopher A. Ferrara.

Isso, é claro, na absurda hipótese de que o peronista rotariano seja um papa legítimo.

Hipótese a cada dia mais grotesca e ridícula.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Berggy perde o prêmio Nobel da paz mais uma vez


Não adiantou todo o puxa-saquismo e a subserviência: os luteranos homofílicos de Oslo negaram mais uma vez o prêmio Nobel da paz ao antipapa rotariano.
Não adiantou lamber o lobby gay, os protestantes, os evangélicos, os sionistas, os muçulmanos, os maçons, os neoconservadores americanos, os comunistas cubanos, os abortistas et caterva.
Frustração no Vaticano.
Vamos ter um ano de fortes emoções: o antipapa vai ser ainda mais vil este ano, mais rasteiro, para ver se garante esse prêmio que é, segundo dizem, uma obsessão para ele.
Conselho àqueles que acompanham o noticiário relativo ao antipapa: preparem os estômagos e tragam sempre um saquinho de papel pronto para emergências vomitivas.